quinta-feira, 20 de outubro de 2011

Twitter

Uma bela rede social, mas não sei se está sendo bem utilizada por mim e pela maioria dos usuários. "O que está acontecendo?" é a pergunta básica do Twitter. Seguiremos essa regra à risca como fazemos com todas as outras regras? (ironia)
Está chato ler tuítes preconceituosos, sobre novelas ou frases de autores famosos copiados e colados apenas para gerar retuítes. É claro que todos são livres para tais ações. E mais, se eu não quiser ler conteúdo assim basta não seguir tal usuário ou, de uma forma mais radical, excluir minha conta. É fato. Mas não executo tais atitudes em razão de alguns lançarem conteúdos incríveis em até 140 caracteres. Além do jornalismo estar cada vez mais presente na rede social. São os dois principais motivos.
Nem sei se tuíto corretamente, repetindo o que escrevi no início. Não sei mesmo. Acredito que chego perto da ideia central quando tuíto avaliações e olhares pertinentes sobre tudo. Ou quando compartilho algum link interessante. Dessa forma, estarei levando aos meus seguidores assuntos interessantes e visões que possuo. E parto dessa análise porque são tuítes desse feitil que me agradam. Espero estar agindo conforme às "normas".
E o Twitter é uma forma incrível de comunicação. O instantâneo chegou ao ápice. É incrível acompanhar tuítes de alguém que está num campo de futebol, num show ou enviando fotos de uma passeio na praia. Essa tecnologia motiva a qualquer um. É legal estar atento a tudo.
Avaliando a página em si, é chato demais os seus erros. E isso acontece, imagino eu, porque há muitos usuários tuitando ao mesmo tempo, "derrubando" o site ou o tornando extremamente lento. Falta um pouco de estrutura para tanto apelo, mas acredito que em breve estará tudo resolvido.
É, nem sei mais sobre o que comentar do Twitter. Se houvesse uma limitação de 140 caracteres aqui, eu não teria esse problema. Aliás, teria outro: precisaria de vários tuítes para expôr minhas ideias. 

Tchê, vou indo lá. Precisarei tuítar este post!

Mais uma chance a mim

Quando não acreditamos em mais nada as coisas acontecem.
Eu não acreditava mais. E algo aconteceu.
Tenho sido um guri fora dos padrões? Tenho tentado ser. Mas isso não estava surtindo efeito - ou estava?
Porém, parece que tudo mudou. A esperança surgiu.
O verde da esperança apereceu como um clarão na escuridão; como um bote salva-vidas no meio do mar; e como a última gota d'água no meio de um deserto.
Percebi que estava chegando mais uma chance a mim. E preciso aproveitá-la. 

É tão surreal pensar em como tudo surgiu. Nem o mais belo escritor conseguiu escrever momentos tão raros como esse. E agradecer a quem? A ela? A mim? A todos? Ao esforço? Aos deuses? Ao blog? À vida? Nem sei.

Também não sei ao certo compreender toda essa mudança repentina trazida pelo verde da esperança. Pelos olhos verdes. Pelo sorriso inocente. 

Tal existência é tão parecida com a minha. E é tudo tão verossímil. Tão natural. E as coisas foram acontecendo rápido, mas não rápido demais: na velocidade certa. Mas rápido, sem dúvida!

Apenas sei que algo irá ocorrer de bom. Páginas gigantescas estão se movendo em algum lugar, e linhas estarão sendo preenchidas com histórias movidas à esperança. Movidas à cor dos olhos daqueles olhos verdes. 

É o novo começando. Enquanto não se inicia, convivo com a breve saudade. Tão breve quanto antiga. E tão verde quanto a esperança.

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

Sorria! Tudo melhora.

Lembram do post Tudo melhora? No qual escrevi que sorrir pode mudar tudo? Então, Paul McCartney também acredita nisso.


Ria, quando seus olhos estiverem queimando
Sorria, quando seu coração estiver cheio de dor

Suspire, enquanto você varre pra longe sua tristeza
Faça um promessa, que isso não vai acontecer de novo

Não está certo numa vida
Muita chuva

Você sabe que as rodas estão girando
Por que as lágrimas estão descendo do seu rosto?

Nós costumamos esconder nossos sentimentos
Mas por enquanto, diga para você mesmo que não vai 

acontecer de novo

Não está certo numa vida
Muita Chuva

É demais para qualquer um, muito difícil para qualquer um
Quem quer uma vida feliz e pacifica
Você tem que aprender a sorrir


Sorria quando tudo estiver girando ao seu redor
Suspire, enquanto você pensa sobre o amanhã
Faça um voto, que você vai voltar a ser feliz de novo

É muito legal em uma vida
Que não chova mais

Não é muito para ninguém, muito difícil para qualquer um
Quem quer uma vida feliz e pacifica
Você tem que aprender a sorrir

domingo, 16 de outubro de 2011

Parem com os estereótipos, por favor.

É o que peço! Estou cansado de ouvir que tal rede social virou "modinha" ou que a outra apenas tem "favelados". Por favor, parem! Está chato demais ler e ouvir essas coisas.
Primeiro de tudo: uma rede quer se tornar "modinha". Ela também quer mais e mais usuários. Fosse contrário, ela nem existiria porque é impossível uma rede social existir sem usuários! Capiche?
Em segundo lugar, se o site é bacana, atrativo, prático e está bem falado pela internet, é óbvio que muitas pessoas irão ingressar na nova rede social! Ninguém copiou ninguém. Todos gostam (e buscam) novidades.
Por fim, parem de tentar "elitizar" o Facebook ou qualquer outra rede social. Muitas pessoas já são excluídas de muitas coisas na vida real. Privadas de seus direitos, por exemplo.
Se o Orkut "morreu" ou não, tanto faz. Mas ele foi feito, inicialmente, para ser uma comunidade gigantesca divida em pequenas comunidades formadas por usuários que compartilham gostos parecidos. E isso ainda existe. Basta saber encontrar e se encontrar numa comunidade. E há muitas sérias, que debatem o assunto que a mesma busca tratar. Faço parte de algumas e é bacana demais. E, para mim, a rede está viva.
O Facebook não é de elite. A internet está deixando de ser, felizmente. Vamos excluir as exclusões. E as outras redes sociais são apenas redes esperando para serem tomadas por usuários sedentos por uma vida virtual - ou não.

É simples.

sábado, 15 de outubro de 2011

15/out: dia do professor!

Parabéns, professores e professoras! 
Mestres que guiam dentro da sala de aula o futuro de uma nação com quase 200 milhões de pessoas. Profissionais que dedicam todo o seu tempo e suor à educação, mesmo quando não há as melhores condições para trabalhar - fato comum, infelizmente. 
Pessoas que, mesmo ganhando um salário totalmente incompatível com a sua importância, tiram o dinheiro do próprio bolso para adquirir materiais necessários para uma boa aula. 
Professores que convivem com crianças - muitas vezes famintas e com problemas em casa -, e que lutam para tentar dar a elas um pouco de carinho e um futuro. 
Profissionais que precisam conviver com jovens que não estão interessados em estudar, atrapalhando o restante da turma e desrespeitando o mestre presente - que sofre, em muitos casos, agressão física e verbal.
Homens e mulheres que sofrem junto com os alunos, que vibram com as vitórias dos estudantes e que cultivam a esperança de que todo o esforço resulte num belo profissional. 
Pessoas que, no dia 15 de outubro, devem ser parabenizadas pelo trabalho incrível. São heróis

A maçã é para vocês! :]
Os parabenizo pela data. E desejo a todos vocês, professores e professoras, melhores condições de trabalho e salários dignos. Nas urnas, procurarei votar naqueles que simpatizam com a ideia de uma educação mais forte. Confiem em mim, porque eu confio em vocês.

E todas essas palavras escritas e a minha vaga numa faculdade são derivadas do esforço de dezenas de profissionais que surgiram na minha caminhada estudantil. E agradeço a vocês pelo empenho. Espero estar contribuindo o esforço.

E quando a gente menos espera...

É, amigos, a minha existência já tem muita história para contar. E todo dia há uma "novidade", felizmente. Mas não é sempre que conhecemos pessoas interessantes. Gente que compartilha os mesmos gostos, que sabe conversar e rir. Gente que ri de si mesmo e de nós todos. São vidas especiais. E, geralmente, estão "camufladas" no meio de tantas outras pessoas que não têm tanto o que demonstrar e fingem algo que não são. Felizmente, encontro em minha caminhada gente diferente e anormal. Sim! São anormais. Porque há muitos "normais" por aí que riem demais ou são sério demais.

Eu não sei se sou anormal, mas luto para ser. Fora do padrão eu já sou? Tomara. O meu blog sugere, mas não é a resposta definitiva e comprovada. 

E quero conhecer mais e mais gente diferente, fora do padrão. Gente que encontramos no "varejo", não no "atacado". Gente que pensa por si mesmo, estuda por si mesmo, batalha por si mesmo e que ama verdadeiramente. Que ama a vida verdadeiramente, e que saiba valorizar os pequenos detalhes que devem ser valorizados sempre. Há aquela frase (e questão) clássica feita por Bob Marley (carece de fontes) que questiona: "Se as coisas foram feitas para serem usadas e as pessoas para serem amadas, por que usamos as pessoas e amamos as coisas?". Por quê? Eu não sei responder.

Apenas sei que procuro pessoas que acrescentem algo à minha vida. E espero que eu seja (ou me torne) um guri que seja interessante a alguém. "Apenas" isso.

Voltando ao título do post, eu estava pensando e percebi que quando a gente menos espera surge em nossas vidas alguém legal para conversar, rir, estudar e sair. Vida que é capaz de nos manter conectados o dia inteiro no messenger rindo e conversando sem cansar. Risadas quase infinitas, além da troca de gostos e experiências parecidas. Gente que nos faz crer que há ainda mais gente diferente e divertida por aí. 

Ainda há esperança. 
Ainda há Fé. 
Há por aí muitos e muitas 'foras dos padrões'. 
Ainda bem...

terça-feira, 11 de outubro de 2011

sábado, 8 de outubro de 2011

Ei, você!

- Eu?
- Sim, tu mesmo. Por que estás parado e de braços cruzados?
- Eu não...
- Não me venha com desculpas, jovem. Lute como lutei. Agora sou um homem velho e cansado. Apenas posso oferecer meus conhecimentos. Mas você é novo, cheio de vida! Mexa-se. O mundo espera uma atitude tua.
- Eu não entendo...
- Claro que entende. A hora é agora, não é amanhã nem depois.
- E se eu não quiser ir?
- Então tudo estará perdido...

sexta-feira, 7 de outubro de 2011

Viva a boa aula!

Fala, galera! O tempo aqui em Pelotas está chuvoso e com muito vento! O Amigo lá de cima ligou o ventilador na sua força máxima. E, com isso, fiquei com uma enorme preguiça de sair de casa. Consequentemente, não estava pensando em ir à aula. Mas fui, como bom guri que sou - e que não faltou a nenhuma este ano. E, felizmente, não perdi meu tempo.
Começaram, hoje, os seminários de teorias da comunicação II. São grupos que farão apresentações sobre as obras que leram. Os meus colegas e amigos que apresentaram nesta sexta-feira chuvosa fizeram um ótimo trabalho. Conseguiram despertar em mim a vontade de ler e entender um pouco melhor o que foi dito. Conseguiram tirar a preguiça que possuira até às sete horas da noite. E conquistaram este merecido post no GURI. Parabéns, gurizada da comunicação! 

Em breve, eu e meu grupo iremos apresentar o nosso trabalho sobre o livro Cibercultura, de Pierre Lévy.

Grande abraço.

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Pensando sobre isso

Após assistir ao filme "Um mestre em minha vida", que trata da questão racial nos EUA, na década de 50, pensei muito. E não é a primeira vez que reflito sobre assuntos desse tipo.


Sempre fiquei revoltado ao imaginar todo tipo de humilhação que muitas pessoas já passaram, passam e, infelizmente, irão passar. Vem-me à mente a própria questão racial. Nem preciso citar os exemplos, todo mundo sabe das perseguições, mortes e humilhações. Também lembro das mulheres e de como sofreram - e ainda sofrem. É muita violência contra aquela que é a obra-prima da perfeição. E são tão superiores...
Recordo-me, também, das guerras em nome das religiões, da intolerância e preconceito - que já sofri por ser espírita. 
E, ultimamente, temos visto os problemas enfrentados pelos homossexuais. Sofrem com o preconceito e estão sendo perseguidos em todo lugar, inclusive aqui, em Pelotas. E é com vocês que compartilho uma das cenas mais lamentáveis que presenciei em toda a minha vida:
Houve, no último dia 30, a Xalassa - festa à fantasia que reuniu muita gente, sem exagero. E foi divertida. Curti com amigos e amigas de longa data. Mas, na saída, por volta das seis horas da manhã, presenciei dois homossexuais serem agredidos covardemente por dois caras. Nem a viatura policial que se encontrava próxima amedrontou os agressores - talvez pelo fato da presença policial não ter feito nada. Os que agrediram saíram tranquilamente, enquanto alguns chamavam a SAMU e outros RIAM do ocorrido. As frases "não, por favor, não me bate" e "para, por favor!" que ouvi nunca sairão de minha memória. Sabe, eu não achei que a situação de nossa sociedade fosse tão decadente. Se em Pelotas, uma cidade com menos de 500 mil habitantes, acontece esse tipo de coisa, imagine o que não ocorre pelas cidades maiores? Alguns casos são mostrados na grande imprensa, é verdade, mas são poucos. O resto é empurrado para debaixo do tapete.
E assim como o preconceito sexual, todas as outras intolerâncias citadas (e não citadas) ainda ocorrem em todo lugar, a todo momento. Mulheres apanham de maridos alcoolizados, negros sofrem discriminações, homossexuais são agredidos, religiosos são ridicularizados, entre tantos outros casos. Enfim, tudo isso que me causa vergonha e raiva estão espalhadas por aí. Estão debaixo de nosso nariz. Ou na casa ao lado.
E pensando sobre isso, percebo o quão difícil será mudar todo esse panorama de selvageria. Pensando sobre isso, lembro-me de John Lennon. Pensando sobre isso, lembro-me das aulas de história e de suas denúncias de um passado que, por vezes, foi vergonhoso; e essa mesma história deveria ser estudada e valorizada para não ser repetida, mas evitada, ao invés de escrevermos mais páginas que contarão aos alunos das próximas gerações que, em pleno século XXI, ainda ocorrem toda essa sujeira social. Pensando sobre isso, lembro-me de que preciso contribuir de alguma forma para uma mudança. Se quiser, pode chamar de utopia, loucura ou perda de tempo. E você pode dizer que eu sou um sonhador, mas não sou o único. Pensando sobre isso, lembro de Imagine, do mesmo John Lennon; música acima citada. Pensando sobre isso, sinto vergonha da humanidade. E, por fim, pensando sobre isso, pergunto-me quando o mundo "será um só". (Ainda) Estamos vivendo dias desleais...

Uma boa noite.

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

O jeito é recomeçar...

Coisas inesperadas - ou não - acontecem na vida de todo mundo. Isso é padrão e ninguém consegue fugir. E vivo, novamente, algo inesperado. Apesar de cogitar a ideia de que já era esperado por mim. Ou melhor, eu temia que fosse um fato que seria concretizado em pouco tempo. Eu poderia temer, mas não esperar. Tanto faz. O resultado foi o mesmo.

Eu não bebo, mas aceitaria uma bebida agora. Como não tenho, assisto filmes, escuto música e tento ler, mas nada ajuda muito. E eu não tinha o dia cheio para realizar tarefas acadêmicas para amanhã, ou melhor, hoje? Sim, e ainda tenho porque não fiz. Não tinha como. Fiz um que era urgente, mas foi na superação. Quase isso. Superação é uma palavra forte demais.

E algo me causa um certo estranhamento. Sei lá. Parece que estou aceitando um pouco melhor toda essa ideia. O tempo está sendo meu melhor amigo. E aproveitando-se disso, procurarei recomeçar. Afinal, não sou de ficar esperando uma solução magnífica ser entregue pelo correio - aliás, estão de greve; mais uma dificuldade. Vou recomeçar, de verdade. Já conquistei e perdi tanto. A vida é um eterno perde e ganha, como canta D2.

Foi legal. Não esquecerei jamais. Mas há tanto por fazer e... temos todo o tempo do mundo, segundo Renato Russo. E acredito.
Chega de escrever por enquanto. Vou ver mais um filme para não pensar em nada. A semana está cheia assim como minha cabeça. O negócio é caminhar e não perder o rumo. A vida segue e meu curso também. 

O jeito é recomeçar. E agora!
Abração, cambada.

domingo, 2 de outubro de 2011

Caos

Não consigo compreender totalmente o nosso mundo. Talvez não seja possível compreendê-lo, mas cogitar isso não me agrada. Caos. E por toda parte. Não sei participar de tudo isso sem questionar algo. Ou julgar. Ou apenas aceitar.

Fazia frio mesmo com tantos corpos quentes. Caos.

As boas companhias diárias ajudam a superar toda essa insanidade que cobre o planeta. Ou talvez eu seja o insano que não consegue perceber que tudo isso é normal. Eu sou o anormal. Não sei mesmo. É o caos em minha mente.

Mas nem toda a chuva que cai nem todo o calor do verão poderão me ajudar a sair desse caos de ideias, sentimentos, objetivos... tanta coisa. 

Muito a dizer, pouco a expressar. Permanecemos em silêncio quando queremos, na verdade, falar. E depois sofremos com o arrependimento. Novamente, caos.

Trânsito agitado, chuva forte, lixo nas esquinas, ruas vazias, jovens bêbados e vida monótona. E não é o caos? Para mim, é. Poderia ser bem mais interessante do que isso. 

Este post também está um caos. Não há uma meta traçada. Cada linha narra algo. Partes que não combinam, mas que se completam. Texto anárquico, sem sentido (?) e quase sem fim. Escrevo por necessidade. Cada tecla pressionada é o resultado da pressão de uma vida com responsabilidades. É claro que poderiam ser bem maiores, mas, por ora, são suficientes para tornar deste texto algo importante e um tanto caótico.

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Observações

Galera, não sei se perceberam, mas o blog tem recebido muitas postagens! Eu estava comparando e já postei 13 vezes a mais - 14 com esta -, do que em 2010. E, na minha avaliação, as novas publicações estão mais atraentes. 

Outra coisa: estou participando de mais blogs. O Futebol com Chimarrão, blog esportivo, é um deles. Minha tarefa é escrever sobre o Grêmio Esportivo Brasil. E está muito legal. Em breve, estarei participando de um grupo composto por quatro membros, incluindo-me, e criaremos um blog para escrevermos tudo o que envolva a cultura de Pelotas. Vai ser bem interessante. Há outro projeto de blog. Seria com a Monalisa. Ainda estamos conversando para criá-lo. Mas adianto que vai ser bem divertido.

Outro fato é que as semanas estão passando mais rápido, estou estudando mais e possuo mais compromissos. E isso não me deixa cansado, muito pelo contrário, pois quero participar de tudo. O fator ruim é que possuo menos tempo para visitar os amigos, por exemplo. Mas com o tempo eu aprendo a arranjar situações para isso.

Mais alguma observação, PH? É, acho que não...

Abração, gurizada.

terça-feira, 20 de setembro de 2011

Lutar e conquistar

É a fórmula secreta. Mas é preciso dar o primeiro passo. E é o mais difícil. Porém, depois que deslumbramos a chance de alcançar o que antes parecia impossível, somos imbatíveis. E conto com isso. Minha vida teve seus altos e baixos, mas nada que tenha me feito parar de querer lutar, sonhar e... conquistar.
Muito conquistei. E quero mais. Não posso parar. E não quero. Por mais que alguns tentem me impedir, mesmo que discretamente, eu estarei na linha de chegada. Não importa se em primeiro ou em último, mas chegarei.
Sabe, depois de um certo ponto passas a querer vencer em tudo. E não é para mostrar-se como "o melhor" aos outros, mas para o crescimento próprio. Lutar é viver. Se a luta for digna e com esforço, a vitória é consequência. E isso é para mim e a qualquer ser humano na face da Terra.

Tudo isso é utopia? Não existe? Poxa, por isso gosto tanto da loucura...

E estarei sempre aqui, em meu blog, o qual também é uma vitória. Escrever é uma conquista - obrigado, professores. Estar vivo, e com saúde, é mais um triunfo. Possuir amigos e uma vaga numa universidade é mais outra grande conquista. A cada dia que passa, e a cada barreira ultrapassada, chego mais perto do cume da montanha da vida. E quando chegar lá, no topo, poderei olhar para baixo e estender a mão a alguém e dizer "conseguimos, amigo". E poderei respirar mais uma vez, mas inspirar o ar do dever cumprido, pois lutei e conquistei.

Parabéns, Rio Grande do Sul.

É com muito orgulho que escrevo "sou gaúcho". Apesar de nunca ter participado de nenhum CTG, cultivo a nossa cultura estudando-a. Além, é claro, de estar sempre com o nosso chimarrão - obrigado, Laís, por levar à faculdade!
Com isso, parabenizo nosso estado, nossa casa, nosso chão. Aqui nasci e me criei. É aqui, também, que caminho em busca dos meus objetivos, vencendo todas as peleias que surgem. Bah, que orgulho disto tudo...
Parabéns, Rio Grande do Sul!

sábado, 17 de setembro de 2011

Em poucas palavras.

Qual o motivo para isso? Eu não entendo. 
Não tenho palavras para escrever tal atitude de cinismo. Eu já deveria estar acostumado. Não sei o que fiz, de verdade. Continuo sem saber como descrever aqui, no blog, toda essa situação (que é abstrata por razões óbvias). Apenas afirmo o seguinte: quanto mais obstáculos, mais motivação. Não me menospreze.

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

Trágico

Tudo está em movimento. Carros passam, ônibus também. Há motos, muitas motos. Ciclistas. E ruas esburacadas.
Com o vento forte, vemos o lixo passar por nós como se possuíssem vida. O céu está sem estrelas, há fumaça no ar e uma música irritante nas caixas de som num comércio ao lado.
Há, também, pessoas. Muitas. São trabalhadores e estudantes ansiosos para chegar em casa - ou não. Foi um dia cheio. Mais um entre tantos.
Ao olhar para os lados, vemos que há muito o que melhorar. Começar por onde? É uma lista interminável.
Se não fosse pelo sorriso da criança ao brincar com sua avó, minha visão teria sido trágica. O olhar alegre daquele pequenino é a esperança de tempos melhores. Tempos que deverão ser construídos por mim e por você. Por todos nós.
O capim que cresce nas rachaduras das desgastadas calçadas nem são mais verdes. E há poucas árvores. Enfim, é trágico. Resta-nos a torcer pela continuidade do sorriso do pequeno guri ou veremos apenas ruas sem verde nem esperança.

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

Apunhalado no peito

[ É um texto sobre futebol (e a revolta sobre ele). Caso não se interesse por isso, alerto desde já. ]

Sinto-me exausto. Um cansaço mental e físico. Não sei por onde começar diante de tão grave situação. Parece que perdi alguém da família - mas, de certa forma, perdi. Parece que tenho um punhal cravado em meu peito. Sinto-me traído. Estou desamparado, e resisto - em vão - controlar as lágrimas. É uma dor que aniquila bem devagar. Estou sem chão, sem esperanças. Por fora, aparento estar "normal", o mesmo PH de sempre, mas, na verdade, estou num misto de raiva e tristeza. 
Muitas teorias crio para tentar responder o por que que ocorreu a decisão maldita, a qual culminou no rebaixamento do meu clube. E, de verdade, não consigo explicar. Penso em jogo de interesses ou em mais uma tentativa para derrubar-nos. E conseguiu, por enquanto. Não sei se terei forças para levantar-me. A queda foi feia. Não consigo pensar racionalmente num momento como esse. E quando consigo, torço para que menos pessoas sejam cativadas por esse clube que tanto nos faz bem, mas que machuca e entristece. Sofro nem tanto por mim, mas pelos pequenos que, como eu fui, são apaixonados. E não irão compreender como que, em tão pouco tempo, e através da decisão de algumas dezenas de pessoas, algo assim faz uma falange inteira sofrer.
Durante toda a tarde, sofri calado enquanto meu peito gritava agonizante, questionando mais e mais. Por quê? Por quê? Parece que, mesmo com nossa grande torcida, fazemos parte de uma minoria. Minoria que não será tolerada. Querem apenas alguns clubes em atividade. E se, por acaso, alguma agremiação corajosa de uma cidade com menos de 500 mil pessoas ousar - é a palavra certa - e tentar levar perigo aos mais abastados, o "mal" será cortado pela raíz. Sem chances de reação. Um golpe mortal.
Não tenho mais o que escrever nem o que pensar. Eu não deveria estar tão mal assim. É futebol. Mas nossa insanidade é latente por esse vício mortal chamado Grêmio Esportivo Brasil.

UPDATE: Encontrei um texto sobre esse fato. O título é "O lado obscuro do futebol", escrito por Luciano Coimbra. Clique aqui para lê-lo.

Desenhos animados!

Ah! como era bom. Aliás, ainda é. De vez em quando, me pego assistindo aos desenhos que me divertiam há alguns anos. E não faz tanto tempo assim, na verdade.
Assisti a muitos desenhos animados diferentes, apesar de ganhar cedo o Super Nintendo - o qual era a minha maior fonte de diversão, principalmente quando não podia sair à rua. Quem não lembra de Tom & Jerry, Pokémon ou Timão e Pumba? São muitos desenhos, lembranças e risadas. Bah, tempo maravilhoso. A maioria da gurizada da minha época assistiu ao Dragon Ball Z e/ou Cavalheiros do Zodíaco. Desenhos sagrados e com grande apelo. Mas eu preferi desenhos mais antigos, como Formiga Atômica e Tutubarão. Me divertiam mais, eu ria mais. E desde pequeno valorizando o passado.
Enfim, assisti a muitos e eles preencheram meu tempo. Cumpriram, com êxito, o seu papel. Espero que os desenhos atuais possam proporcionar às crianças o mesmo prazer que tive ao ligar a televisão nos anos 90.

Para fechar com chave de ouro, veja a apresentação de slides com alguns dos desenhos que assistia. Boa nostalgia!

"E ele ainda nas aulinhas de inglês"¹

¹ trecho da música "Eduardo e Mônica", composta por Renato Russo.
É, e recém comecei as "aulinhas de inglês" (não escrevo num tom pejorativo, muito pelo contrário). E estou gostando bastante, essa é a verdade. É pela UFPel mesmo. E está valendo muito a pena. Turma pequena e comprometida com o objetivo, o qual é compartilhado por todos: conquistar uma nova língua. Nem preciso dizer a importância do inglês nos dias atuais, neste mundo globalizado. A "aldeia global", segundo Marshall McLuhan. E menos ainda preciso comentar a importância ao jornalismo, minha futura profissão, a qual tento exercer desde agora. Preciso do inglês. No futuro, espanhol, alemão e, quem sabe, mandarim. O céu não é o limite. Não o meu. Em alguns momentos, duvidamos de nossas capacidades ou menosprezamos nossas forças. Somos muito mais do que imaginamos. 
Mas voltando às aulas de inglês, creio que aprenderei muito com os encontros na Faculdade de Letras. O meu êxito depende de mim quase que exclusivamente, porque competência da profissional, Gabriela Bohlmann, e material de qualidade há de sobra no curso de extensão. E a turma colabora. E muito. 
Para vocês perceberem o quanto o pessoal da classe é bacana, irei contar meu primeiro dia. Comecei mais tarde do que todos. Primeiramente, por só conseguir me inscrever depois. O segundo motivo tem a ver com o falecimento do meu amigo de infância, o qual foi homenageado aqui no GURI. Chegando lá, cada um apresentou-se a mim. Em inglês, é claro. "Hi, Pedro Henrique. My name is Cíntia. Nice to meet you". Foi bacana para baralho.
Para melhorar, o meu pai encontrou três livros que ele comprou para estudar inglês. Na época, ele tinha 19 anos, minha idade, e os adquiriu no dia 4 de setembro. No mesmo mês que iniciei as aulas. Coincidência ou não, a certeza que tenho é que os livros são de muita qualidade. E de 1969! Quase inacreditável. O mais legal de tudo isso é que iniciei mais um curso de extensão. É o meu terceiro. E vamos lá! O tempo não para, e passa depressa à la Ayrton Senna em pistas molhadas. É o GURI tentando cumprir suas metas, as quais estão traçadas há algum tempo e que serão perseguidas ao máximo. Terei êxito? Não sei. Tentarei? Com certeza.


Google translate, seus dias estão contados...
Até mais, gurizada.

My name is dreamer.

domingo, 11 de setembro de 2011

Mantenha-se jovem


Uma saída é tudo que você sempre vai achar
De todos que irão por a mão para não te deixar cair
Porque eles irão por palavras nas nossas bocas, vão nos fazer sentir envergonhado

Nos fazer sentir a culpa
Nos deixando frios na noite
Nos fazendo questionar nossos corações e almas
E eu penso que isso não está nem um pouco certo

Ei! fique jovem e invencível
Porque nós sabemos o que somos
E venha, talvez sejamos impossíveis de parar
Porque nós sabemos o que somos

Alimenta sua cabeça com tudo o que precisa
Quando está com fome
E fique na cama e durma todo dia, quando é domingo
Porque eles irão por palavras na sua boca, te fazendo sentir envergonhado

Me fazendo sentir-me culpado
Me deixando frio na noite
Me fazendo questionar meu coração e minha alma
E eu acho que isso não está nem um pouco certo

Ei! continue jovem e invencível
Porque nós sabemos o que somos
E venha, talvez sejamos impossiveis de parar
Porque nós sabemos o que somos
Sim, nós sabemos o que somos
Sim, nós sabemos o que somos

Vamos

Ei! mantenha-se jovem e invencivel
Porque nós sabemos o que somos
E venha, talvez sejamos impossiveis de parar
Porque nós sabemos o que somos

Ei! mantenha-se jovem e invencivel
Porque nós sabemos o que somos
E venha, talvez minha fé seja inabalável
Porque nós sabemos o que nós somos
Porque nós sabemos o que somos

Internetês

Não sou nenhum estudioso no assunto nem o dono da verdade, mas o fato é que participo do meio no qual o internetês surgiu e, com base nisso, sinto-me com propriedade para escrever sobre tal.
Há alguns anos conheci a internet; no fim de 2006, mais ou menos. Inevitavelmente - ou evitável? - comecei a utilizar de formas reduzidas de palavras e de outras adaptações feitas por algumas kbças mto lokas. Achava legal - até hoje acho, na verdade -, mas "assustei-me" com o fato de que eu estava escrevendo pior do que antes, pois nunca tive tantos problemas com a gramática. Lembro-me do dia no qual percebi que escrevera concerteza ao responder uma questão, no caderno. Foi aí que decidi diminuir o uso do internetês, por medo de perder o bom costume de escrever bem, além de tornar da gramática uma inimiga. E consegui acabar com o vício dessa linguagem rebelde e digital, apesar de gostar da ideia. O problema não é o internetês ou as suas abreviações, mas sua utilização. Trocar o ch por x em algumas palavras, como trouxa que vira trocha, é o erro - veja que a abreviação está presente também. Um erro horroroso, diga-se de passagem. E vemos muitos outros pelas redes sociais. Esse é o problema do internetês. Abreviar para escrever mais depressa ou apenas para ir contra ao "sistema", num sentido mais anárquico, faz parte. Também faço isso, às vezes, mas procuro sempre melhorar minha escrita e não piorá-la. Dependo dela. Muitas vezes é o meu cartão de visita. Eu erro no português? Sim, muitas vezes. Inclusive na internet. E procuro melhorar, reafirmo. Acredito que, em matéria de gramática, evoluí muito nos últimos dois anos. O próprio blog, o nosso GURI, contribuiu para a minha evolução. 
Portanto, gurizada amante das tecnologias, procure usar o internetês com moderação. É mais uma das tantas regras, para o nosso bem, que devemos seguir além de: Se beber, não dirija. E beba com moderação. Não fume. Não use drogas, contando com as anteriores. Sexo só com proteção. E leia, é importante, "também é exercício" (plin plin). E use o internetês moderadamente, blz? :-)

sábado, 10 de setembro de 2011

Nova postagem

Deveria ser a velha. Estou com uma nova ferramenta para continuar meu trabalho aqui no blog: netbook. Mas o teclado diferente tem me causado certos problemas. Há alguns minutos escrevia um texto. Nem lembro mais dele para tentar refazê-lo. Cada texto é feito de forma espontânea. Escrevo na hora, sem enrolação. Voltando ao problema, de alguma forma consegui apagar tudo o que escrevera. Maldito teclado. É um bom teclado, na verdade. A culpa é minha por não ter adaptado-me como deveria. Lembro que digitava algo sobre o meu objetivo de mudar tudo à minha volta. E quem sabe o mundo. Poucos conseguiram. Gandhi, Buda, Jesus Cristo e John Lennon conseguiram. Cada um de uma forma, é verdade. Aliás, você pode discordar dessa pequena lista, mas ela não tem a função de citar os "revolucionários". Não são os únicos. Talvez nem sejam os maiores nesse aspecto. Pode alguém mudar o mundo e não ser conhecido, continuando a ser um ser anônimo para o  resto do planeta? Nem sei. Se existir, esse sou eu. Brincadeira. Já luto demais para tentar mudar em mim o que não gosto. E como é difícil. Imagina modificar a Terra? Sou um sonhador, de fato. Quase louco. Pseudo-normal, talvez. É. Fica mais apresentável assim: pseudo-normal. Acho que já enrolei você demasiadamente - por favor, volte sempre. Enquanto sou o anônimo que tenta mudar o mundo mas não consegue se adaptar a um simples teclado de um computador, escrevo textos sem sentido. Ou com sentido apenas àqueles loucos que acham que escrevem, assim como eu; que acham que mudam algo, assim como o guri aqui. Somos os anônimos da revolução. É complicado ao extremo. Nem os textos xerocados são tão ruins de entender...

É melhor parar por aqui. É preciso manter o anonimato. /haha
Grande abraço, pessoal.

sexta-feira, 9 de setembro de 2011

Tragédias: qual a maior?

Pergunta ruim de ler, não é mesmo? Mas é justamente isso que tenho lido nas redes sociais, principalmente no Facebook. Há um pequeno texto que relata (e questiona) a perspectiva da Globo sobre os atentados de 11 de setembro de 2001, nos Estados Unidos da América. A seguir, o texto na sua versão integral:
Se não fosse a Globo e Globo News como fonte de informação, o que nós, reles mortais ignorantes, saberíamos? Hoje, por exemplo, aprendi que o 11/09/2001 foi o maior atentado terrorista da História. E eu que pensava, na minha pouca sabedoria, que o maior eram as bombas atômicas de Hiroshima e Nagasaki. Mas, claro que 220 mil japoneses que morreram na explosão (sem contar os que morreram pela radiação) são menos que os 2.996 americanos que morreram nas Torres Gêmeas!
A questão, pessoal, não é saber qual tragédia foi maior. É claro que quanto mais elevado for o número de pessoas mortas, maior será o infeliz evento. Porém, toda vida é vida e merece ser respeitada. As bombas lançadas sobre o país japonês no fim da segunda guerra, pelos americanos, é um exemplo do quanto o ser humano pode ser cruel e covarde. E vejo nas declarações das pessoas ao falar sobre os eventos de 2001 contra os EUA um "ar" de satisfação, em razão de Hiroshima e Nagasaki, além de tantos outros conflitos. Mas há uma contradição muito grande ao pensar assim, afinal os americanos mortos também eram inocentes da mesma forma que os japoneses.
Você pode estar pensando que o texto viral no Facebook não quer dizer isso, mas que a Globo tenta induzir-nos a pensar que o 11.09 é maior do que as bombas atômicas. É uma interpretação. E, de fato, as duas cidades japonesas foram vítimas de uma das maiores atrocidades de todos os tempos. Entretanto, não gosto de olhar por essa perspectiva. Um ser humano morrer antes do que deveria - outras pessoas poderiam considerar que era a "hora" da pessoa partir, mas envolve religiões e perderei o foco -, por motivos fúteis ou ainda por ser vítima de um ataque terrorista, é uma tragédia. Não importa se é um ou 200 mil. Se começarmos a pensar que a tragédia do ano tal é maior do que a outra, vamos passar a aceitar as tragédias "menores". Iremos desconsiderar a morte de um jovem vitimado pelas drogas ou a de um idoso num corredor do pronto-socorro por serem apenas um? Não vamos, não devemos e não podemos aceitar. 
Portanto, no momento que lerem algo a respeito disso, procurem interpretar de várias maneiras. Eu interpretei assim porque acho prudente acreditar que toda vida perdida é uma tragédia.

Grande abraço!

Tradução

Em que língua escreves esta carta? Eu não compreendo nada do que está escrito.
Em português?! Mas como não consigo lê-la? Então, traduza para mim, por favor.
Não pode? Por quê?
Que bobagem essa história de que "preciso ler com o coração, não com a mente". Sou racional porque se deixar levar pelos sentimentos é o caminho mais curto para a desilusão.
Então não irei ler estas palavras marcadas nestas folhas. Se não posso lê-las, então não são para mim.
"Você está cometendo um erro...", é isso que me diz? Tudo bem, não será o primeiro nem o último.
Isso! Vá embora. E não volte. E pode deixar que não irei ler a tradução agora, porque quando pedi, fui ignorado. Não adianta voltar atrás.

Acha que pode mexer comigo assim. Vou jogar essa carta fora e acabou. Mas o que será que diz?

"Se o conheço, você não terá lido a carta. Mas agora lê porque já fui. Teria sido mais fácil se tivesse me ouvido. Agora estou longe... longe o suficiente para nunca mais voltar. Seu orgulho acabou com a gente. Adeus, PH."

...

quarta-feira, 7 de setembro de 2011

#Xavante100anos

Parabéns, Grêmio Esportivo Brasil. Hoje, dia 7 de setembro, completas 100 ANOS de muitas glórias. Tua torcida inconformada e fiel o segue, há um século, gritando e batendo no peito o amor que sente pelo Xavante.


Tenho muito orgulho de fazer parte dessa nação rubro-negra. Mais 100 anos viveremos. 
Te amo, Xavante!

Texto: Ruy Carlos Ostermann
Locução: Edson Luis
Imagens: TV UCPel
Edição: Vinícius Guerreiro


segunda-feira, 5 de setembro de 2011

O Bra-Pel voltou!

Quando escrevi um texto relatando a saudade que sentia pela ausência do maior clássico do interior, coloquei todas as palavras que pudessem traduzir a falta que fazia. E como fez falta! Cinco anos sem um jogo desse nível é tempo demais.
Porém, ontem, no estádio Bento Freitas, minha segunda casa, o clássico voltou. O clássico do centenário do Grêmio Esportivo Brasil. E voltou com estilo. Uma baita festa e uma bela partida de futebol. Além do grande público, principalmente da torcida Xavante, pois todos os ingressos destinados à maior e mais fiel foram vendidos e, mesmo assim, torcedores ficaram do lado de fora. Havia gente demais!
Para melhorar o que já está ótimo, o meu rubro-negro venceu! Um a zero. Desde 2004 não perdemos o clássico. 
 

Depois foi só festa; festa vermelha e preta!

O Bra-Pel voltou, graças a Deus.
Te amo, Xavante!

domingo, 4 de setembro de 2011

Não dá para acreditar.

Parece mentira. Agora há pouco fui acordado para receber uma notícia daquelas que não queres ouvir nunca: um amigo morreu. E não é qualquer amizade, pois foi, durante toda a minha infância, a melhor amizade.
Ainda não consegui acreditar. O cara tem 18 anos e uma vida toda pela frente, mas preciso aceitar o fato de que ele faleceu num acidente de moto, em SC. É difícil, e muito. Minha infância está totalmente preenchida com tardes inteiras ao lado do grande Guilherme. É meu amigo desde sempre, afinal temos praticamente a mesma idade e eu o via todos os dias. Ele morava ao lado da casa de minha avó materna, por isso sempre estava lá. Após a morte de minha (segunda mãe e) avó, nosso contato ficou mais complicado e passamos a não mais nos ver como antes. Porém, sempre continuou sendo um grande amigo. E sempre será...
Naquelas tardes de verão, éramos os Power Rangers, os Tartarugas Ninjas e os amigos. Sempre estávamos nos divertindo, seja com bonecos, queimando algo, subindo em árvores, jogando futebol ou andando de bicicleta. O Guilherme era aquele cara que estava sempre presente. Estava ali, do lado, pronto para dividir um pouco do seu tempo.
A amizade dele foi, durante muitos anos, a mais importante. Em razão disso, mal consigo parar de pensar nesse acidente de moto. Mais um acidente nestas estradas assassinas. Pessoas boas sempre se vão antes do que deveriam ir. E continuo não acreditando no fato. A ficha não caiu, na verdade. Ainda tenho a impressão que o verei na rua, e conversarei com ele para saber  as novidades e rir um pouco com lembranças da infância.

Guilherme Feijo Meirelles, serás sempre lembrado por mim, meu amigo. E tu sempre soubestes disso. Obrigado por todos aqueles anos. Foram incríveis. Não fosse por tua amizade, minhas lembranças daquela época não seriam tão ricas como são.

Descanse em paz, meu irmão. Um dia, iremos nos rever. Não sei quando, mas iremos.

Guilherme, de azul, à esquerda.

sábado, 3 de setembro de 2011

Conte-me os segredos...

...e te direi quem és. 

Provavelmente, um fofoqueiro. hahahaha
 
Mas voltando, todos possuem segredos. Sabe como eu sei? Então, é segredo. Mas quem o guarda? Ninguém sabe ou ninguém quer contar? Surgem mais perguntas do que respostas. Como sairemos deste labirinto? Também não sei, e é mais uma questão. Porém, sair pode ser mais fácil do que se imagina. Basta ir direto ao ponto. Nariz de cera no blog, não, por favor.

Nós possuímos segredos, e vamos acumulando mais e mais durante nossa vida. Alguns nos revelamos aos amigos - ou pelo menos aos que achávamos que eram -, outros tentamos esquecer e alguns ficam sempre presentes na memória, e o levamos até o túmulo. Como explicá-los? Por que armazená-los? Pelo visto, nosso "HD natural" não tem a opção "apagar", salvo raras exceções. 

Segredo. Informação valiosa. Aquela que pode ser revelada, mas é armazenada em sigilo por temer repercussões – geralmente negativas. Aliás, alguns segredos nem deveriam ser classificados dessa forma, mas essa questão é assunto para mais um post. Como escrevia anteriormente, é uma informação valiosa. Devemos revelá-la algum dia? Ou a mantemos trancafiada em nosso local mais protegido que é nossa mente? Cabe a cada um decidir. Resposta simples, aqui, mas difícil de executá-la.

Vamos presumir que nosso segredo está muito bem guardado e, dessa forma, não ocorre problema algum. Revelo, mesmo assim? Teria motivos para isso? Sabe, motivos sempre existem. Num momento difícil, as pessoas buscam desabafar com alguém e acabam revelando mais do que gostariam. Ou quando se está sob o domínio do álcool, sua mente já não responde mais por si. Ou ainda, através de especialistas que conseguem “arrancar” informações, sejam com gente da área médica ou detentoras de “poderes especiais”. NOTA: Leia-se “hipnotizadoras”. 

Enfim, segredos são segredos até que alguém os revele. Se eu soubesse todas as respostas sobre esse tema, os revelaria. Afinal, alguns segredos podem ser revelados. E, se de alguma forma vão ajudar a alguém, não tem problema nenhum nisso. Digo porque já ouvi de muita gente histórias inimagináveis, mas que me ajudaram naquele momento. Sabe, viram que eu precisava de algo e compartilharam suas informações secretas para me socorrer.

Espero ter escrito algo com nexo, pois é difícil acessar nossas ideias num setor onde nosso cérebro mantém tudo tão discreto. 

Quer saber o tema do próximo post? Então, é segredo...

sexta-feira, 2 de setembro de 2011

Feliz aniversário, mãe. (2011)

Meus parabéns, mãe. É mais um 2 de setembro; mais um dia feliz. Dia de celebrar com aquela que se dedica 600% àqueles que ama. Antes de escrever como filho, vou (tentar) escrever como um guri sem nenhum parentesco: és uma mulher incrível. Forte, persistente, dedicada e inteligente. Um exemplo de mulher moderna, mas não daquelas cheias de frescuras. És independente e vai à luta, se precisar. Aliás, lutas todos os dias. Ser mãe não é fácil. É uma tarefa árdua que exige dedicação, tempo e amor. És aquela que precisa segurar as barras mais pesadas quando todos os outros não conseguem. Uma mulher fascinante. O mundo seria muito melhor se houvessem mais como você.
Agora, como filho, digo que em nenhum dicionário encontrarei a palavra certa que resumirá o quanto a amo e sou grato. Mãe, não sei até quando tentarei explicar tudo o que representas para mim. É uma batalha infinita e invencível. Não tem como escrever o que não conseguimos explicar. É algo natural. Estamos ligados há mais de 20 anos. Somos mãe e filho. E sempre estarei ao teu lado. Tudo o que fui, sou e serei, devo a ti. Obrigado por tudo. Obrigado por me socorrer nos momentos mais difíceis; obrigado por celebrar comigo as minhas conquistas; obrigado por estender a mão sempre que precisei, e obrigado por ser mãe, no sentido literal da palavra. Obrigado por ser a melhor do mundo em ser a melhor mãe do mundo.

Te amo.
Do seu filho, Pedro Henrique Costa Krüger
 Pelotas, 02 de setembro de 2011

quarta-feira, 31 de agosto de 2011

Pelotas cresce comigo

Há um belo e nobre movimento pela Princesa do Sul. São pelotenses - ou não - apaixonados por esta terra que tanto oferece a todos, dispostos a divulgar o crescimento da cidade.
O movimento ao qual me refiro é o Pelotas Cresce Aqui. Desde o início, aprovei a iniciativa e a divulguei aqui no blog e nas minhas redes sociais. Pelotas cresce, e cresce comigo! Tenho orgulho de ser pelotense. É aqui que nasci, vivo e estudo. Além de vibrar com um clube, também daqui, o Grêmio Esportivo Brasil. Nossa cidade sempre será uma referência no estado, seja pela rica história, pelos doces ou pelo futebol. Temos que ter orgulho disso.
E Pelotas continua a crescer. O objetivo do movimento é levar a todos um novo pensamento, tirando da cabeça que Satolep não cresce mais. Estamos todos unidos, sem nenhuma ligação política, para exibir o nosso amor e orgulho por Pelotas.
Participe do movimento. Divulgue-o. Vista a camisa, assim como fiz. É nossa terra, nossa casa, nossa Pelotas.

Agradeço ao Max, que cuida das redes sociais do movimento, e a Milena, que me atendeu e preparou um belo kit com material da campanha, o qual levarei à minha turma de jornalismo da UFPel.

Mais informações: 
@pelotas_cresce | www.pelotascresceaqui.com.br

terça-feira, 30 de agosto de 2011

São Gonçalo

As águas turvas. O vento fraco e úmido. O céu está limpo. O azul claro preenche todo o fundo da paisagem, a qual parece pintada por mil mãos voluntárias.
Há aves que passam sobrevoando. Alguns galhos boiam nas águas do São Gonçalo. O Sol, das cinco horas da tarde, aquece o pescoço exposto, enquanto vislumbro a calmaria proporcionada pela natureza.


Lutando em vão?

Às vezes, cansamos. Doamos muito, não recebemos "nada". De vez em quando, uma vitória, digna de ser lembrada por todo o sempre, aparece. E nos faz mais felizes e confiantes. Lutamos, esbravejamos e amamos. Porém, a cada ano que passa, parece que há algo maior que impede, de todas as maneiras, nosso crescimento. É histórico. Talvez por sermos os últimos a resistir e por sermos inconformados, loucos e apaixonados. Não desistimos mesmo. Sempre estamos junto. Mas cansa. Estamos, há tempos, dando murros em ponta de faca. Vestimos nossa segunda pele e carregamos no coração um sentimento lindo, inconfundível e difícil de ser encontrado por aí. Somos loucos, doentes e fanáticos. Nem eu entendo, às vezes, aquela multidão que surge. Às vezes, nem eu me compreendo. Por que faço isso? Por que meu coração acelera tanto num dia importante? Por que nasci tão fanático? Acho que, na verdade, fazemos parte de uma nação que nasceu para lutar, independente se iremos sair derrotados ou não. Lutar é nossa missão. Defender o que é nosso, também. 
Desde domingo, estou sem motivação. A derrota está sendo difícil de aceitar. Estávamos lá, novamente, mostrando confiança e fidelidade. Não vencemos. Pensei seriamente a tentar deixar de ser tão alucinado por minha religião. Porém, quando estava entrevistando um aluno da UFPel para um trabalho, vi que somos o que somos porque nascemos assim. Sabe o que o aluno, de 40 anos, me disse? Que ser Xavante era a única coisa boa que possuía. Sabe o que aconteceu na Feira do Livro de Pelotas, ano passado? Um pedreiro, homem perto dos 60 anos, da raça negra, com humildade e brio nos olhos, adquiriu o livro sobre o acidente do Brasil, olhou para o fotógrafo da ZH, Nauro Jr., e disse que seria a primeira vez que leria um livro.
Viram? Nós somos loucos. Nós somos únicos. Negros, brancos, amarelos, verdes... não interessa a cor, religião ou sexo. Nós todos somos iguais, temos as mesmas características. O sangue que corre depressa por nossas veias é diferente. Nem eu consigo explicar. Nem sei por que também nasci assim. Apenas sei que lágrimas escorrem enquanto escrevo isto daqui. É um amor divino e sem nenhum nexo. Por que amamos o Brasil dessa forma? Eu não sei. Não sei mesmo. Gostaria de saber. Mas eu sei que não estamos lutando em vão. Mesmo que, um dia, não exista mais nenhum dessa raça, teremos deixado um legado de amor incondicional por mais de 100 anos, onde sofremos derrotas, humilhações e algumas alegrias. Não conseguirei parar de segui-lo. Já desisti de desistir do rubro-negro. Eu o amo, e assim será por todo o sempre.
@pedrohckruger
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(imagem: Colecionador Xavante)
"É difícil definir a torcida do Brasil de Pelotas. O espetáculo por ela patrocinado, a cada jogo de seu time, é impressionante. A começar pela multidão que vai ao estádio. Segue pela sua alegria. É contagiante. Pulam durante toda tarde. Fazem festa. Extravasam alegria. De um jeito ultrabrasileiro. Dançando, cantando, pulando. A bateria show é fantástica. Tem 50 componentes, aproximadamente, traz consigo todos os instrumentos normais de uma bateria de escola de samba, mais instrumentos de sopro.
A torcida Xavante é, sem dúvida, um fenômeno social. Merece um apurado estudo antropológico. É gente da gente. É povo. Trabalhadores humildes, sofridos, vítimas das barbaridades sociais de nosso País. Na maioria são negros. Bebem um monte. O consumo de cachaça no estádio é enorme. O futebol, para eles, é lazer. O único, talvez. Afinal, neste País de desigualdades, lazer é privilégio de poucos.
Fiquei extasiado com o que vi, domingo, no Bento Freitas. Vibrei com aquela gente. Senti a alegria de todos pela vitória do Brasil sobre o Grêmio. Falei com muitos. Fui assediado por eles. Queriam chegar perto de nós. Muitos maltrapilhos. Alguns desdentados. Outros embriagados, dizendo coisas sem nexo. No meio da alegria geral não faltaram reclamações. Uma professora chegou junto à nossa cabine e se identificou ao Rui Ostermann. Lembrou seu salário humilhante.
Lembrou a briga do magistério em busca de salário dignos. Mas a senhora professora falou, também, em futebol. Ela estava enrolada em um pano vermelho, identificando seu amor pelo Brasil de Pelotas. É assim a torcida do Brasil. É assim o futebol. Feito de povo, de alma, de amor".
Pedro Ernesto Denardin

sábado, 27 de agosto de 2011

Uma literal viagem

Por volta das 10 horas e 15 minutos.

Estou, confortavelmente, sentado na poltrona do ônibus rumo à Noiva do Mar para o IV Encontro Estadual de Jornalistas em Assessoria de Comunicação. Além do conforto, estou desfrutando das músicas de Paul McCartney presentes no meu aparelho celular. Maravilha!
O tempo está fechado, escuro. Neste momento, gotas d'água atingem a lataria do ônibus como uma chuva de meteoritos. Felizmente, a água é bem mais "pacífica". Não sei dizer se estamos na metade do caminho, apesar de ser uma viagem curta - e divertida. A cidade vizinha é "logo ali", não é mesmo? Eu poderia passar horas desta forma: escrevendo, ouvindo música e curtindo o trajeto até Rio Grande. Aliás, escrever não está tão fácil - quando é fácil? -, visto que estamos na estrada. 
Continua chovendo. E bastante. Através da janela vejo uma bela paisagem, afinal o tempo fechado e chuvoso também tem sua beleza. Dentro do ônibus, tudo tranquilo. Uns conversam, outros aproveitam para cochilar e há um guri que escreve. Acho que ele é viciado nisso.
Não sei se tenho algo mais a relatar, mas o farei, se houver chance. É, chega de escrever por enquanto. Vou curtir as músicas e a tranquilidade encontrada. 
Me desejem uma boa viagem, hein?!

sexta-feira, 26 de agosto de 2011

Por quê?

Muito do que escrevo são apenas palavras jogadas por aqui. São ideias quase sempre abstratas. O que escrevo? Por que escrevo? Eu não sei. Simplesmente vou escrevendo, com direção ou não, por estas linhas imaginárias. O GURI já possui quase 150 postagens, e não sei como escrevi tanto. Não sou um cara com um grande talento para as palavras. Provavelmente escrevo por hobby, e por vontade de mudar algo e/ou passar alguma mensagem. Escrevo por escrever, assim como respiro por respirar. É automático. Nem percebo e já estou escrevendo. E as palavras vão surgindo formando as frases e parágrafos, recheando a página. É, chega de filosofar. Escrevo por alguma razão, a qual não deve despertar meu interesse. Escrever é o motivo, não a causa.

terça-feira, 23 de agosto de 2011

Reviver

Melhor do que relembrar é reviver. Hoje, na casa do Gilberto, o qual é meu amigo há quase dez anos, revivemos o que fazíamos durante horas e horas: jogar Super Nintendo. É verdade que utilizamos, no dia de hoje, um emulador no computador, mas o efeito foi o mesmo.


Disputamos uma partida no clássico Ronaldinho: campeonato brasileiro 98.

Rimos muito e percebemos o quanto jogos como esse fizeram e ainda fazem parte da vida de uma pessoa. Não sei quantas horas "perdi" jogando aquele futebol no SNES. Mas tenho a certeza de que foram muitas, muito mais do que julgo saber. Cada lance que surge no monitor nos remete a alguma lembrança, afinal nós vivemos por muito tempo realizando o que realizamos hoje: jogar até os dedos não aguentarem mais.

Infelizmente, a vida vai passando, compromissos vão surgindo e o tempo vai se esgotando - e faltando, em alguns casos. Porém, reviver algo que nos fez viver com mais prazer há algum tempo tem um valor inestimável. Foram apenas alguns minutos, mas foram suficientes para voltarmos à infância, voltarmos a ser criança. Agradeço ao Giba pelos minutos no (emulador de) Super Nintendo.

Flechada em minh'alma

Com o meu arco e flecha, miro ao alvo. Não posso errar. Talvez eu possa, mas não devo nem quero. Enquanto respiro e estudo o objetivo, pensamentos circulam velozmente minha mente como carrinhos de autorama. A hora é agora. É preciso disparar, e torcer. Coloco cada vez mais força no arco, almejando dar velocidade à flechada. Vai ser certeira. Eu espero. 

Disparei. Naquele curto espaço de tempo o qual a flecha levou para chegar ao seu destino, minha meta poderia estar sendo alcançada, ou não. Todo aquele longo trabalho estava sendo decidido em poucos segundos. Era o Céu ou o Inferno, a vitória ou a derrota, a alegria ou a tristeza. 

Errei. Não acertei aonde queria. Merda! E agora? Desisto? É claro que não. Com um olhar desafiador e com sede de vitória, além de um sorriso estampado no rosto demonstrando confiança, pego mais uma flecha, a posiciono, a disparo e acerto.

Foi mais do que uma flechada certeira, objetiva e de imensa responsabilidade. O alvo havia sido atingido: a minha alma.

Guardei minhas coisas, coloquei a mochila nas costas e saí com a certeza de que estava pronto para o que a vida iria preparar para mim.

domingo, 21 de agosto de 2011

I Just Died In Your Arms

 (Eu apenas morreria nos seus braços)

Eu continuo procurando por alguma coisa que eu não posso ter
Corações partidos, mentiras em todo o meu redor
e eu não vejo uma solução fácil para sair fora disso
O diário dela está sobre a mesa de cabeceira
As cortinas estão fechadas, os gatos estão no berço
Quem poderia pensar que um garoto como eu poderia chegar a isso

Oh, eu apenas morreria nos seus braços hoje à noite
Dever ter sido alguma coisa que você falou
Oh, eu apenas morreria nos seus braços hoje à noite
Eu apenas morreria nos seus braços hoje à noite
Dever ter sido alguma coisa que você falou
Eu deveria ter me afastado

Existe alguma causa para me sentir assim?
Sobre a superfície eu sou um nome em uma lista
Eu tento ser discreto, mas então sopram novamente
Eu fui perdido e encontrado, esse é o meu último erro
Ela ama por mandato, nada dado e tudo tirado
Eu tenho fantasiado muitas vezes
Foi uma noite quente e longa
Ela fez tão fácil, ela me fez sentir bem
Mas está acabado, o momento se foi
Eu segui minhas mãos, não minha cabeça
Eu sei, eu estava errado

I Just Died In Your Arms, interpretada pela banda Northern Kings

sábado, 20 de agosto de 2011

Você pode ser mais do que isso

És inteligente, interessada e esforçada. Uma aluna perfeita. Lê livros interessantes, presta atenção em aula, realiza os trabalhos e estuda. Nada a reclamar. 
Porém, o que fazes aqui, fora da sala? A quem tens dado ouvidos? Um amigo?! Que espécie de amizade é essa? Não precisa zangar-se, apenas peço que faças o de sempre: ser brilhante. 
Haverão muitos fins de semana, festas e risadas. Mas não agora. Tens tudo para crescer e tornar-se uma profissional de sucesso. Não deixe que aquelas piadinhas e tapinhas nas costas a contagiem. Não permita, por favor. Muitos jovens perderam-se dessa forma. 
Vais voltar? Ótimo, assim está melhor. O mundo precisa de ti. Não o deixe na mão.

Poça d'água

Chove demais. Enquanto caminho por esta estrada, a água escorre pelo meu rosto. Amassando barro, continuo a caminhada. Não sei por que estou andando no meio de uma tempestade. O vento frio sopra forte. Folhas das árvores estão sendo arrancadas com violência de seus galhos. Não há ninguém. Minha roupa já está encharcada, meu tênis coberto de lama e a água da chuva continua a escorrer pelo meu rosto. Está frio. Chove tanto que poderia ver passar a Arca de Noé. Mas essa tempestade furiosa não está na Bíblia nem em nenhum lugar do mundo, senão aqui. Logo aqui. 
Tento caminhar mais rápido. Procuro abrigo. Não há nada por perto. Piso em poças d'água a todo momento. Apesar de estar encharcado e com frio, pisar numa dessas nunca é bom. Parece que a água é mais gelada. Mas tanto faz.
Não tem ninguém aqui para dizer a mim que estamos todos no mesmo barco, mas se houvesse, eu estaria fora dele. E lutando contra o vento, a chuva e o frio, enquanto piso em poças d'água.

Algo ocorre na sala 12

Certo dia, no mês de abril de 2011, escrevi um texto (clique aqui para lê-lo) relatando como foi a minha chegada ao campus Porto da UFPel. Era meu primeiro dia. Nossa sala foi a número 12. E neste dia, pela ação do vento (será?) a porta fechou com violência, despedaçando em muitos pedaços o vidro existente. Algumas semanas depois, a porta foi reparada.
Agora, no segundo semestre, estamos na 15, há poucos metros da antiga sala de aula. Para nossa surpresa, nesta última semana, ouvimos um estrondo e o barulho de vidro chocando-se com o chão. Estávamos na rua. Tentando imaginar o que poderia ter acontecido, brincamos que poderia ter sido aquela porta da sala 12. Para nosso espanto, realmente era.
Após termos constatado o estrago, começamos a bolar "teorias". Claro, era apenas mais um motivo para rir. Houveram muitas. A que mais agradou, e arrancou risadas, é a de que existem espíritos de bovinos presos àquelas paredes, as quais antes funcionavam como um frigorífico. Quanta bobagem, haha, mas é o suficiente para rirmos um pouco. É claro que tudo não passa de uma (engraçada) coincidência. Bom, até o momento. Vai que a porta invente de quebrar mais um vidro? Se ocorrer, pode ter certeza que um post estará reservado aqui no GURI. 
Enquanto não ocorre nada novo, estaremos atentos às ações da porta da sala 12.

Grande abraço.

sexta-feira, 19 de agosto de 2011

Blogs recomendados por mim

Fala, galera! Quem gosta de escrever, gosta de ler. Sendo assim, sempre estou lendo blogs alheios, de pessoas conhecidas ou não, a fim de entender o que se passa na cabeça de cada um, além de avaliar seus textos. Podemos conhecer alguém pelas palavras, porque para muitos deles a escrita é o caminho mais fácil para desabafar, ou expor suas opiniões. Baseado nisso, colocarei a seguir uma lista de alguns blogs, os quais proporcionam prazer ao lê-los.

Clique no nome do blog para ser redirecionado!
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Márcio Pereira
Blog mantido por um Xavante fiel (qual rubro-negro não é?). O Márcio é um cara que escreve muito bem. Além de suas análises sobre a vida, podemos perceber que a música está presente na confecção dos textos. Vale o clique.

Just go ahead...
Ariadne Siqueira
Essa guria também cursa jornalismo na UFPel. Seu blog conta com textos excelentes. Recomendo, moçada.

Giovani M. Sequeira
Blog do meu primo rio-grandino, o incrível Giovani. Ele não posta nada há meses, uma pena. Porém, com base nos textos publicados, podemos perceber o nível do craque. Esse é seleção! Recomendo demais.

Eduarda Schneider e André Kabke
É mantido por um casal de namorados! Legal, não? Os dois escrevem textos variados, e muito bons! Gosto muito das postagens. Vale a pena conhecer. Ah, e a Eduarda também é da minha turma de jornalismo. Clica aí, tchê.

Karen Costa Krüger
Blog da minha irmã(zinha). Não poderia faltar nesta lista. A Ka vem escrevendo cada vez mais e melhor. A evolução na qualidade dos textos é nítida, e tem agrado a gregos e troianos. Prova disso são os mais de 40 seguidores. É mole? Vale o clique. Beijão do mano, uou.

Leon Saguiné
Mais um blogueiro Xavante! Apesar de não conhecê-lo, seus textos são muito, mas muito bons. Conheci seu blog através de um texto o qual explicava a razão de amar o nosso rubro-negro dos pampas. Clica e conheça.

Camila Costa 
É escrito pela minha colega de faculdade. Eu já escrevi num post dela o quanto a acho talentosa na arte de escrever, e a considero a melhor nisso. Escreve demais! Apesar de escrever mais ao universo feminino, há textos para ambos os sexos. Para melhorar ainda mais, há sempre textos novos! Sem dúvidas, é um blog tão bom quanto pintar com Lukscolor. haha


Galera, esses são os recomendados por mim. Com o tempo, estarei conhecendo novos e brilhantes blogs, e os colocarei aqui. Portanto, este é um post que receberá updates. 

Grande abraço, e boas leituras.

Tudo melhora

Depois de quase duas décadas já possuímos uma boa experiência com as relações sociais. Estamos sempre em contato com outras pessoas, e isso começa desde cedo, na escola. Ao passar dos anos, continuamos a conhecer mais e mais gente. Baseado nisso, afirmo que conseguimos perceber quando alguém não está num dia bom, ou está preocupada com algo/alguém. E como podemos ajudá-la? É bastante simples: com um sorriso. 
Quem me conhece, sabe que estou sempre tentando fazer uma piada. Ela nem sempre é boa, mas já é um motivo para rir. E busco isso porque sorrir é sempre o melhor remédio. Muitos podem estar cansados do dia cheio ou, simplesmente, não possuem motivos para estar feliz. E ninguém sempre está de bem com a vida. É fato. 
Eu posso aparentar estar sempre legal com tudo, mas não é assim. Sorrio, mesmo quando não estou sorrindo, de fato, para ajudar a mim mesmo. É o melhor remédio, lembra? E funciona. O que faço é rir dos meus próprios erros, mas aprender com eles. Não preciso, e nem devo, levar a vida tão a sério. Preciso sê-lo, em alguns momentos, pois não estou aqui para passeio. Porém, posso brincar com a minha vivência terrena, tornando-a mais divertida. Dessa forma, consigo retardar o aparecimento dos cabelos brancos! haha
Então, gurizada, o segredo é sorrir um pouco mais. Tudo melhora dessa forma. Funciona. Acredite.

Abração, e boa sexta-feira!

segunda-feira, 15 de agosto de 2011

domingo, 14 de agosto de 2011

Sob o céu azul

O coqueiro balança sob o céu azul da Noiva do Mar. O Sol ilumina toda a cidade, mas parece menos intenso em razão de um acidente, o qual vitimou duas pessoas. Em pleno dia dos pais, o clima alegre transformou-se num sentimento de luto. Apesar de estarmos contentes por almoçar com a família rio-grandina, grandes companheiros de jornada, inevitavelmente o acidente sempre está presente nas conversas. O assunto fica naquele vai-e-vem infinito seguido de um barulhento silêncio. No olhar, uma lágrima escorre devido a perda; no rosto, um sorriso por tê-la conhecido.

Minha homenagem a Maria de Lourdes Nunes Massia. 

Dia dos Pais

Dia de dar um abraço no "velho". Aliás, não é só nesse dia, mas em todos. Obrigado por tudo, sr. Adair Krüger.


Bom domingo, galera!

sábado, 13 de agosto de 2011

Cada ser escolhe o que escutar

O restante deve respeitar.

A cada dia lemos e escutamos muitos depoimentos de pessoas revoltadas com a forma a qual a música está atualmente. E ficam cultivando uma intolerância aos que não compartilham das mesmas ideias. Já encheu isso.
Todo mundo sabe que sou um admirador por bandas antigas, principalmente do rock and roll. Já publiquei muitos posts aqui no blog sobre isso. E também acho que a qualidade musical atual não é das melhores, principalmente em nosso país. Porém, é minha opinião e não irei sair xingando quem curte as bandas atuais. 
Sinto pelos fãs. Em minha visão, as bandas as quais eles veneram são ruins, mas isso é minha concepção. Se os caras curtem o trabalho deles, beleza. Não vou deixar de ouvir Supertramp por causa disso. E muitos que ficam "lavando" sobre as bandas, além de desrespeitar seus respectivos fãs, estão fazendo o mesmo o que muitas outras pessoas em décadas passadas fizeram com o rock and roll - não estou fazendo comparações! Deixem os caras curtirem seu pagode, funk ou qualquer estilo musical que quiserem. Somos livres, certo? Em outros tempos, os fãs de rock sofreram também. E note: não faço nenhuma comparação, é apenas uma análise do que as pessoas sofrem/sofreram por gostar de algo o qual vá contra a maioria.
Eu também rio das piadas feitas com as bandas, mesmo que sejam sobre os Beatles. Não podemos levar tudo tão a sério. Porém, o preocupante de tudo isso é a intolerância existente. E a própria intolerância faz crescer a vontade de espalhar sua música pelo mundo. Outra semelhança com o rock, não? E já não basta a intolerância religiosa, sexual e racial, entre tantas outras, no mundo?
Então, gurizada, vocês poderão me ver rindo em razão das piadas sobre as bandas, mas paro por aí. Não irei deixar de falar com alguém que curta uma banda a qual eu não goste.

Para finalizar, acho a maioria das bandas atuais um lixo, mas respeito o trabalho dos caras. Cada um com suas ideias. Já preciso de muito tempo para cuidar de mim mesmo, imagina tentar "converter" os outros?! Cada ser escolhe o que escutar, e o restante respeita. Combinado? 

Grande abraço.