quarta-feira, 27 de abril de 2011

sábado, 23 de abril de 2011

Feliz Páscoa!

A Páscoa, assim como o Natal, traz uma magia diferente ao dia. Mesmo que você não seja mais criança e já ache que a Páscoa perdeu a graça que tinha, para os pequenos o momento é inédito e muito esperado. E toda vez que vejo alguns agarrados aos ovos de chocolate, lembro-me da sensação de acordar mais cedo que o normal, ir à sala e ver aquelas embalagens coloridas e brilhantes recheando minha cesta.

Por isso, meus amigos, desejo-lhes muita paz neste domingo de Páscoa. Aproveitem com suas famílias e amigos essa data. Feliz Páscoa! :D


Páscoa para todos?

Todos os anos, 40 dias após o carnaval, é comemorada a Páscoa. Apesar de ser uma data religiosa, para a maioria das crianças é o período onde se ganha chocolate.  Mas será que todas compartilham desse doce momento?
Infelizmente, não. Obviamente, em toda Páscoa, muitos meninos e meninas não ganham nada, ou perto disso. E isso, na minha visão, tende a piorar. O preço do doce está cada vez mais salgado. Além disso, o peso líquido dos produtos vem sofrendo uma diminuição, sendo que essa redução serve para evitar um custo ainda mais elevado ao consumidor, ou seja, menos chocolate na cesta dos pequenos. E mesmo que haja produtos com valores mais acessíveis, são, geralmente, de baixa qualidade, limitando a experiência de saborear um bom chocolate.
Acredito que muitos nunca pararam para pensar nisso. Outros, inclusive, podem me achar um tanto dramático. No entanto, uma coisa é certa: é a dura realidade. Portanto, ao ver seu filho com os olhos brilhando em frente à cesta de Páscoa, valorize. Nem todos compartilham dessa mesma experiência. E espero que, no futuro, o mundo esteja mais igualitário, possibilitando às crianças, todas elas, uma Páscoa inesquecível e saborosa.


sexta-feira, 22 de abril de 2011

BRASIL!



  
És nossa religião.
O Bento Freitas, nosso templo.
Nossos gritos, uma oração.
Nossos tambores, o ritual.
Na arquibancada, a adoração.



 "No nosso peito, carregamos teu escudo; nas ruas, vestimos tuas cores; e pelo país, levamos teu nome!"

 
Avante, Xavante! Avante com todo o esquadrão, torcida do nosso campeão... 


Pedro Henrique Costa Krüger
Sócio do G.E. Brasil desde 2004.

Bárbara, minha prima.

Já compartilhamos tantas coisas nessas (quase) duas décadas de existência, bah! Para ela, sou o Pepê; para mim, ela é a Babá. E assim fomos. Os primos que brincavam, brigavam, riam, choravam, jogavam Super Nintendo e Banco Imobiliário, nadavam na piscina, viajavam, estudavam e que compartilharam tantas experiências, cresceram. Agora, ela caminha rumo à enfermagem, enquanto caminho ao jornalismo. Crescemos, é verdade. Mas mesmo assim, sempre a verei como a minha prima Babá, do tempo de criança, prima que amo tanto.


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Pelotas

Minha cidade.

Foto: Carlos Queiroz
Na Universidade Federal de Pelotas há muitos estudantes de outros lugares. Na minha turma de jornalismo, por exemplo, há alunos de São Lourenço, Rio Grande, Porto Alegre, Curitiba, Bauru, Piracicaba, São Paulo capital, entre outros.
Em conversas, costumo ouvir as opiniões deles sobre nossa cidade. Ouço elogios e críticas, obviamente. Porém, conheço gente que iria ficar ofendido por ouvir críticas sobre a Princesa do Sul.
Eu não fico. Sabe por quê? Simples. Nossa cidade precisa melhorar em muitos aspectos, e isso é claro para todos, inclusive aos que não são pelotenses. E não me dou ao luxo de "fechar os olhos" para os problemas e tentar mostrar apenas o lado bom para eles. Pois sendo "cego", estarei contribuindo para a manutenção dos problemas.
Nossa praia do Laranjal, por exemplo, é linda. Água calma, árvores e calçamento por toda a orla da praia, propiciando sombra e a oportunidade de fazer uma caminhada. Entretanto, o esgoto não é tratado e parte dele é despejado na Laguna dos Patos. Outro problema envolvendo o esgoto: a poucos metros do Campus do Porto (Anglo), da UFPel, existe um cheiro insuportável.
Além disso, há o problema da educação das pessoas em relação ao lixo (ver Lixo é no lixo?), pois há muito espalhado pelas ruas e avenidas, principalmente nos pontos de ônibus do centro, próximos ao calçadão. Que imagem estamos passando para eles? Uma cidade suja, cheirando a esgoto! E não fico feliz com isso. Mas enquanto as eleições foram decididas por (má) pavimentação das ruas, nada vai mudar, infelizmente.*
Nossa cidade tem muito a oferecer, sem dúvidas. Ela é rica historicamente e culturalmente. Porém, esses e outros problemas ofuscam a beleza de Satolep.

*Não estou defendendo partido A ou B, mas o voto sério e pensado, analisando as propostas. Ao invés do famoso "melzinho na boca do povo".

19 de abril

Aniversário de minha avó, madrinha e segunda mãe.

Meus parabéns, Iaiá. Sentimos tua falta, ainda mais nestes dias onde há tão poucos confiáveis. Saiba que teus conselhos guiam-me até hoje, e que ainda sinto o calor do teu abraço.

Dedico minhas conquistas a ti.

 


Com amor, seu neto Pedro Henrique.

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segunda-feira, 18 de abril de 2011

A casa de Simões Lopes Neto

No dia 6 de abril, a segunda turma de Jornalismo da Universidade Federal de Pelotas realizou uma visita ao Instituto João Simões Lopes Neto. Naquela oportunidade, vimos um curto filme sobre a história e as obras do maior escritor regionalista do RS. Ouvimos o atual presidente do Instituto, Henrique Pires, e conversamos com o fotógrafo da Zero Hora, Nauro Jr. Além disso, fotografei, fiz anotações e produzi um texto, logo abaixo, o qual está sendo avaliado pelo professor de Estudos Literários da UFPel, João Luis.
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A casa de Simões Lopes Neto

A casa, localizada na Rua D. Pedro II, nº 810 – adquirida através da Lei Estadual de Incentivo à Cultura – foi totalmente reformada. Bem iluminada, com algumas portas de vidro (contendo trechos de obras do autor), estantes, também de vidro, expondo livros e premiações, além do moderno auditório Carlos Reverbel, munido de confortáveis assentos e um telão para a reprodução de filmes, poderiam fazê-la “perder” o estilo de uma casa típica do séc. XX. Felizmente, uma das moradas de João Simões Lopes Neto, continua proporcionando aos seus visitantes a sensação de estar voltando no tempo. Com suas grandes portas e janelas, as quais iluminam muito bem as peças durante o dia, a presença da Escaiola revestindo as paredes, os bancos e cadeiras de madeira maciça ricamente detalhadas e um enorme poço subterrâneo, o qual é possível vê-lo através de um vidro, criam um ambiente aconchegante e bonito, fazendo-nos viajar no tempo enquanto contemplamos a rica história de uma das casas do maior escritor regionalista do Rio Grande do Sul.

domingo, 17 de abril de 2011

CALMA

Se você está no ponto de estourar mentalmente, silencie alguns instantes para pensar.

Se o motivo é moléstia no próprio corpo, a intranquilidade traz o pior.

Se a razão é enfermidade em pessoa querida, o seu desajuste é fator agravante. 

Se você sofreu prejuízos materiais, a reclamação é bomba atrasada, lançando caso novo.

Se perdeu alguma afeição, a queixa tornará você uma pessoa menos simpática, junto de outros amigos.

 Se deixou alguma oportunidade valiosa para trás, a inquietação é desperdício de tempo. 

Se contrariedades aparecem, o fato de esbravejar afastará de você o concurso espontâneo. 

Se você praticou um erro, o desespero é porta aberta a faltas maiores. 

Se você não atingiu o que desejava, a impaciência fará mais larga distância entre você e o objetivo a alcançar. 

Seja qual for a dificuldade, conserve a calma, trabalhando, porque, em todo problema, a serenidade é o teto da alma, pedindo o serviço por solução.
ANDRÉ LUIZ
Médium: Francisco Cândido Xavier
Livro: "Ideal Espírita" - Ed. CEC

domingo, 3 de abril de 2011

Só depende de ti

Dia 10 de março de 2011.
Um dia normal para muita gente. Para mim, não. Era o primeiro dia da faculdade.
Desço do carro, um pouco nervoso, e sigo rumo ao portão de entrada. Um vento gelado bate em meu rosto enquanto caminho. Olho para trás, e aceno para meus pais.
Ainda um pouco perdido, ando mais alguns metros, e vejo uma aglomeração de pessoas ao longe. "É a entrada", penso. Já mais confiante, caminho mais rápido. Olho no relógio e vi que faltavam cerca de 15 minutos para o início da aula.
Chego, enfim, à entrada. Enquanto vou entrando, sinto que muitos olhos me acompanham. Vejo a cantina - que mudaria de lugar semanas depois - e as mesas da mesma. Dobro à direita, num grande corredor. Percebo que há uma fila de estudantes ao lado de uma porta. "Buscam informações", penso. Dirijo-me ao final da fila e espero, pacientemente, descobrir a localização da minha sala. Chega a minha vez. "Onde fica a sala do curso de jornalismo?", pergunto. "É esta daqui, em frente", responde o atendente. Agradeço, olho para a minha direita, e vejo que já há alunos. Fitei a plaquinha com o número da sala. Sala 13. "É sorte ou azar?", brinquei comigo mesmo.
Enfim, entro na sala de aula. Uma sala longa, bem iluminada. Naturalmente, alguns olhos dirigem-se a mim. Percebo que há alguns que conheci pela internet. Aceno com a cabeça. Escolho uma classe no meio da aula, nem tão perto do quadro nem tão ao fundo.
Sento-me.
Olho no relógio. Ainda restavam alguns minutos antes da aula começar. Penso se conseguirei ser um bom jornalista. O professor entra. "Boa noite", diz. Ajeito-me rapidamente e respondo a mim mesmo: Só depende de ti.

OBS: O nº da minha sala é 12. A sala 13 é onde buscam informações. Ao escrever, não percebi a troca.