Não consigo compreender totalmente o nosso mundo. Talvez não seja possível compreendê-lo, mas cogitar isso não me agrada. Caos. E por toda parte. Não sei participar de tudo isso sem questionar algo. Ou julgar. Ou apenas aceitar.
Fazia frio mesmo com tantos corpos quentes. Caos.
As boas companhias diárias ajudam a superar toda essa insanidade que cobre o planeta. Ou talvez eu seja o insano que não consegue perceber que tudo isso é normal. Eu sou o anormal. Não sei mesmo. É o caos em minha mente.
Mas nem toda a chuva que cai nem todo o calor do verão poderão me ajudar a sair desse caos de ideias, sentimentos, objetivos... tanta coisa.
Muito a dizer, pouco a expressar. Permanecemos em silêncio quando queremos, na verdade, falar. E depois sofremos com o arrependimento. Novamente, caos.
Trânsito agitado, chuva forte, lixo nas esquinas, ruas vazias, jovens bêbados e vida monótona. E não é o caos? Para mim, é. Poderia ser bem mais interessante do que isso.
Este post também está um caos. Não há uma meta traçada. Cada linha narra algo. Partes que não combinam, mas que se completam. Texto anárquico, sem sentido (?) e quase sem fim. Escrevo por necessidade. Cada tecla pressionada é o resultado da pressão de uma vida com responsabilidades. É claro que poderiam ser bem maiores, mas, por ora, são suficientes para tornar deste texto algo importante e um tanto caótico.
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