segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

100º POST: Objetivo atingido!

É com imensa satisfação que o meu centésimo post no blog seja para comemorar a minha APROVAÇÃO em JORNALISMO na Universidade Federal de Pelotas!

Agradeço a todos os meus familiares, amigos e até aos desconhecidos que me incentivaram e me apoiaram em muitos momentos difíceis. Vocês fizeram parte dessa conquista, podem ter certeza disso.

Quarta-feira irei fazer a minha matrícula e iniciarei a minha caminhada no curso de jornalismo. Estou ansioso pelos novos desafios que estão por vir.
É isso, pessoal. Um grande abraço a todos!


APROVADO! 4º LUGAR JORNALISMO UCPEL 2011 
APROVADO! JORNALISMO UFPEL 2011

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

Força: tirar de onde?

Até para mim que sempre acredita e não se vê por vencido, às vezes faltam forças para continuar.

Agora, neste momento, estou sem forças.

Sinto o chão desmoronar à minha volta; não tem lugar para me apoiar. Não vejo esperança e nem uma luz no fim do túnel. Será que a batalha chegou ao fim? Será que saí, mais um vez, derrotado? Não quero acreditar nisso, neste final melancólico. Ainda há tempo, ainda há esperança.

Mas como acreditar se tudo parece perdido e distante?
É, estes são dias desleais.

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Esta é a terra-de-ninguém
Sei que devo resistir
Eu quero a espada em minhas mãos.


Eu sou metal, raio, relâmpago e trovão
Eu sou metal, eu sou o ouro em seu brasão
Eu sou metal, me sabe o sopro do dragão.


Não me entrego sem lutar
Tenho, ainda, coração
Não aprendi a me render
Que caia o inimigo então.


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terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

Ainda ontem...

Ainda ontem pensava que não era mais do que um fragmento trêmulo sem ritmo na esfera da vida. 

Hoje sei que sou eu a esfera, e a vida inteira em fragmentos rítmicos move-se em mim.

Eles dizem-me no seu despertar:
"Tu e o mundo em que vives não passais de um grão de areia sobre a margem infinita de um mar infinito."

E no meu sonho eu respondo-lhes:
"Eu sou o mar infinito, e todos os mundos não passam de grãos de areia sobre a minha margem."

Só uma vez fiquei mudo. Foi quando um homem me perguntou: "Quem és tu?" 
 
Khalil Gibran