Quando o muro parecer alto demais, serei tua escada.
Quando todas as portas estiverem fechadas, abrirei a janela e fugiremos.
Quando todos apontarem o dedo em tua direção, dizendo palavras covardes, os calarei.
Quando quiseres falar, ouvirei.
Quando precisares chorar, secarei tuas lágrimas.
Quando estiveres se sentindo sozinha, me abrace.
Quando disserem que o mundo é cruel, direi que podemos mudá-lo.
Quando afirmarem que os teus sonhos são apenas sonhos, ignore-os. Eu confio em ti e em teus objetivos. São sólidos, bonitos e alcançáveis.
E se mesmo assim estiveres triste, saiba que o guri que tentou te ajudar o tempo inteiro também estará.
Não somos desconhecidos, vizinhos nem colegas. Somos mais do que isso: somos irmãos. Porque o sangue que corre nas veias do braço que te levanta é o mesmo.
Quando todas as portas estiverem fechadas, abrirei a janela e fugiremos.
Quando todos apontarem o dedo em tua direção, dizendo palavras covardes, os calarei.
Quando quiseres falar, ouvirei.
Quando precisares chorar, secarei tuas lágrimas.
Quando estiveres se sentindo sozinha, me abrace.
Quando disserem que o mundo é cruel, direi que podemos mudá-lo.
Quando afirmarem que os teus sonhos são apenas sonhos, ignore-os. Eu confio em ti e em teus objetivos. São sólidos, bonitos e alcançáveis.
E se mesmo assim estiveres triste, saiba que o guri que tentou te ajudar o tempo inteiro também estará.
Não somos desconhecidos, vizinhos nem colegas. Somos mais do que isso: somos irmãos. Porque o sangue que corre nas veias do braço que te levanta é o mesmo.
Quem dera que fosse sempre assim.... Parabéns pelo texto, Pedro. e não deixa morrer a ideia do livro. Abraço
ResponderExcluirObrigado. A ideia do livro levará um tempo, mas virá! :D
ResponderExcluirAbraço.