Meu amor é grande, preenche espaços, às vezes faz transbordar, mas não é o suficiente. Há sentimentos impossíveis de serem substituídos. Eu reconheço, apesar de tentar substituí-los por pura teimosia.
Onde estão vocês no momento em que mais precisamos? O coração dela grita por ajuda. Ninguém consegue ouvir?
Eu tento ajudá-la da forma que posso. Gostaria de poder fazer mais, mas sinto que o meu esforço será, de certa forma, em vão se não vieres socorrê-la.
Está difícil atravessar a ponte. O outro lado parece ser incrível, mas ninguém está interessado na travessia. Ninguém quer incentivar, dar um empurrãozinho ou pelo menos dizer “tente uma vez”.
Ao contrário, surgiram durante muito tempo falsas ajudas. Falsos amigos. Falsos amores. Aproveitadores sem alma, que ignoram e desprezam o sofrimento alheio. Como pode existir gente assim?
Basta! Ela já sofreu demais. Já venceu batalhas demais. Agora ela quer paz. Eu também quero paz. Está difícil dizer palavras de esperança quando nem eu tenho mais. A minha boca já está seca e meu coração vazio após tantas tentativas. E ficar horas acordado pensando no que fazer sem encontrar solução virou uma cruel rotina.
Por favor, eu peço apenas um pouco de paz. E uma ajuda não seria nada mal.
Ela merece muito mais de tudo. Merece mais de mim, de ti, do mundo. As suas roupas estão manchadas de sangue em virtude das batalhas anteriores. Seus pés estão cansados, feridos, ardentes. Mas mesmo assim ela continua a caminhar, desafiando e encarando uma dor que vem de dentro para fora. Um vazio que enche o peito.
Respirar fundo parece tão impossível quando as coisas não dão certo ou quando parece não haver ninguém disposto a ajudar.
Eu posso amar muito – e eu amo -, amar por vinte. Mas nunca, nunca mesmo, conseguirei dar o amor que todo mundo deve ter desde sempre. Eu estou lutando ciente da inevitável derrota. Mas o que sinto é maior do que eu, é maior do que perder a guerra.
Eu a amo. E ela precisa saber que não está mais sozinha. Agora ela tem a mim.
Onde estão vocês no momento em que mais precisamos? O coração dela grita por ajuda. Ninguém consegue ouvir?
Eu tento ajudá-la da forma que posso. Gostaria de poder fazer mais, mas sinto que o meu esforço será, de certa forma, em vão se não vieres socorrê-la.
Está difícil atravessar a ponte. O outro lado parece ser incrível, mas ninguém está interessado na travessia. Ninguém quer incentivar, dar um empurrãozinho ou pelo menos dizer “tente uma vez”.
Ao contrário, surgiram durante muito tempo falsas ajudas. Falsos amigos. Falsos amores. Aproveitadores sem alma, que ignoram e desprezam o sofrimento alheio. Como pode existir gente assim?
Basta! Ela já sofreu demais. Já venceu batalhas demais. Agora ela quer paz. Eu também quero paz. Está difícil dizer palavras de esperança quando nem eu tenho mais. A minha boca já está seca e meu coração vazio após tantas tentativas. E ficar horas acordado pensando no que fazer sem encontrar solução virou uma cruel rotina.
Por favor, eu peço apenas um pouco de paz. E uma ajuda não seria nada mal.
Ela merece muito mais de tudo. Merece mais de mim, de ti, do mundo. As suas roupas estão manchadas de sangue em virtude das batalhas anteriores. Seus pés estão cansados, feridos, ardentes. Mas mesmo assim ela continua a caminhar, desafiando e encarando uma dor que vem de dentro para fora. Um vazio que enche o peito.
Respirar fundo parece tão impossível quando as coisas não dão certo ou quando parece não haver ninguém disposto a ajudar.
Eu posso amar muito – e eu amo -, amar por vinte. Mas nunca, nunca mesmo, conseguirei dar o amor que todo mundo deve ter desde sempre. Eu estou lutando ciente da inevitável derrota. Mas o que sinto é maior do que eu, é maior do que perder a guerra.
Eu a amo. E ela precisa saber que não está mais sozinha. Agora ela tem a mim.
“Vem. Vamos atravessar a ponte.”
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