As redes sociais têm exercido grande importância na vida de milhões de pessoas. Com elas, compartilhamos nossos gostos, publicamos fotos e vídeos, e conversamos. Também é possível saber o que fulano gosta de escutar ou o filme predileto do seu Zé. Bacana! Bacana? Nem sempre.
O que deveria ser algo interessante tornou-se num local repleto de “juízes” de todas as idades e classes sociais. Que tal irmos à locadora alugarmos o filme indicado pelo seu Zé na internet? Ou que tal assistirmos a uma série ou programa de TV sugerido por alguém? Não, claro que não. Não é interessante. O considerado legal e divertido é criticar.
A moda atual é falar mal do Big Brother Brasil. Eu considero interessante analisar o comportamento de pessoas diferentes trancadas numa casa. Porém, não assisto porque o considero um programa desnecessário, repetitivo e sem muitas vantagens a mim. Ponto. Minha opinião está dada. Não me interessa se o fulano vota pelo telefone e recebe um valor bem salgado na conta telefônica no mês seguinte. Ele trabalha, paga as suas contas e faz o que quiser com a vida dele porque é dele. E o controle remoto também.
Por isso afirmo e aconselho a tomarem bastante cuidado: eles estão atentos. Cada movimento e link compartilhado é profundamente analisado. Uma pena que a análise nem sempre tem a intenção de descobrir algo novo ou interessante.
Nessas horas percebo que a maioria das pessoas é hipócrita – talvez eu também seja às vezes – e critica um programa quando assiste a outro do “mesmo nível”. É uma pena que tudo esteja assim.
E outra: eu ainda uso o Orkut. Para mim, ainda há recursos bastante interessantes na rede social considerada “morta” e repleta de favelados. Os quem pensam assim têm (ou tentam ter e manter) o ego inflado quando, na verdade, não passam de pessoas com mente pequena.
Já é difícil cuidarmos de nós mesmos, não é verdade? Imagina cuidar dos outros. Portanto, cuidado! Eles estão atentos.
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