Dia cheio, intenso, diferente. Fora do comum, fora dos padrões. Um dia desconhecido mas que conhecemos ao vivenciá-lo. Envolve coração, lágrimas, dor de cabeça, sorrisos, beijos e abraços. E palavras. Muita conversa. Além de demonstrações de afeto e confiança.
E foi assim o dia inteiro: muita conversa.
Ventava forte. E aquele guri caminhava rápido, corria contra o tempo e contra o vento. Precisava de um abraço. Não, precisava mais do que um, mas dois, três, quatro, cinco...
Ele a encontrou alguns minutos depois. Precisavam conversar.
O tempo estava nublado. E foi escurecendo cada vez mais até que o dia deu lugar à noite. E eles continuavam abraçados. Volta e meia tornavam a olhar nos olhos. E depois o abraço continuava. E havia muita conversa até nos minutos de silêncio.
Os dois conversaram por horas. Precisavam um do outro. Feridas estavam expostas de ambos os lados. Eu fui o socorrista e o paciente ao mesmo tempo. Ela também foi.
Choramos. Rimos. Nos abraçamos. Conversamos.
Precisávamos de um tempo para isso. Hoje vimos a força que possuímos. Estamos cada vez mais unidos. Somos amantes, confidentes e amigos. Somos dois brigando pelos dois. Nos aliamos frente ao mundo. "Vamos vencer!"
O futuro que nos aguarde! Dificuldades estão chegando de todos os lados. E vamos enfrentá-las! Foram feitas para serem ultrapassadas, não é mesmo?
Eu te amo. E isso basta.
Agora que conversamos e sabemos o que faremos, pegue minha mão porque a luta vai começar...
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