Enquanto as guitarras choram em minhas músicas, eu sorrio. E o choro de cada guitarra no show de rock and roll é o seu próprio sorriso. Ao seu modo, o instrumento musical faz o seu som e fabrica a sua felicidade. Ao meu modo, escuto e absorvo o som; o choro (e o sorriso) das guitarras, e sorrio.
Olho para o teto. Com as ondulações do cimento pintado de branco, crio imagens. Aleatórias, vão surgindo sem parar.
Mudo de música. Com os diferentes sons que minha audição recebe, crio imagens. Aleatórias, vão surgindo sem parar.
A minha vida, por vezes, é assim: totalmente aleatória. As pessoas vão mudando, o tempo passando e as guitarras chorando. Não é de se estranhar que minha playlist está no modo aleatório.
Mas o que este texto louco tem a dizer?!
Sinceramente, eu não sei.
São palavras escolhidas aleatoriamente, pensamentos que vem e vão... aleatoriamente. E não sei se todos irão gostar de ter lido até aqui tantas palavras aleatórias aleatoriamente. Desculpem-me se nada disso tem graça ou é legal, mas nem todos pensam da mesma forma. As pessoas que visitam o GURI buscam algo (ou entraram sem querer!), e, geralmente, seus desejos são bem aleatórios.
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