Hoje, aquele “chão” não existe mais. Feito a base de tijolos e argamassa, pulamos juntos em muitos momentos. Até mesmo no temporal.
Conseguimos comemorar tantos lances e vitórias... Foram incontáveis! Inesquecíveis!
Na tela, na bancada ou em frente à televisão.
Não sei o que fazer agora, mas eu faria tudo novamente. Afinal, como não repetir o sorriso e os olhos brilhantes sob a chuva pesada?
Aquele “chão” não existe mais. Será reconstruído. Mas em minha memória, sempre vai (e vamos) continuar de pé.
11 de janeiro de 2016 - 02h17min.
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