sábado, 13 de agosto de 2011

O sino

Não é o sino de Belém nem nenhum sino que você conheça. Nem eu sei que sino é esse. Talvez seja obra de minha imaginação, mas o fato é que ele existe e faz muito barulho. Na verdade, acredito que todos tenham seus "sinos" na cabeça. Sabe por quê? Acabo de descobrir que "sino" é apenas uma analogia à consciência.

Sabe quando ficamos com um peso enorme na consciência? Alguns dizem que fica martelando e outros dizem que parece um sino freneticamente agitado. É, amigos, a consciência está sempre atenta. O arrependimento por um ato feito (ou não feito) fica por tempos preso e nos atormentando. Talvez por algumas horas ou dias, alguns anos ou até para sempre.

Sinos. Como fazemos para pará-los? E eu sei?! Também gostaria de saber. O fato é que tenho boas notícias: ele está cada vez mais silencioso. Como fiz isso? Não sei bem ao certo. Acho que estou agindo corretamente. É a única resposta lógica. Sim! Talvez seja a chave, o segredo, a receita ou o nome que quiser dar. Agir de acordo com as regras implícitas e que todos sabemos é a solução. Eu espero.

Então, meus amigos, cuidem de suas atitudes. O sino não perdoa.

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