No dia 6 de abril, a segunda turma de Jornalismo da Universidade Federal de Pelotas realizou uma visita ao Instituto João Simões Lopes Neto. Naquela oportunidade, vimos um curto filme sobre a história e as obras do maior escritor regionalista do RS. Ouvimos o atual presidente do Instituto, Henrique Pires, e conversamos com o fotógrafo da Zero Hora, Nauro Jr. Além disso, fotografei, fiz anotações e produzi um texto, logo abaixo, o qual está sendo avaliado pelo professor de Estudos Literários da UFPel, João Luis.
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A casa de Simões Lopes Neto
A casa, localizada na Rua D. Pedro II, nº 810 – adquirida através da Lei Estadual de Incentivo à Cultura – foi totalmente reformada. Bem iluminada, com algumas portas de vidro (contendo trechos de obras do autor), estantes, também de vidro, expondo livros e premiações, além do moderno auditório Carlos Reverbel, munido de confortáveis assentos e um telão para a reprodução de filmes, poderiam fazê-la “perder” o estilo de uma casa típica do séc. XX. Felizmente, uma das moradas de João Simões Lopes Neto, continua proporcionando aos seus visitantes a sensação de estar voltando no tempo. Com suas grandes portas e janelas, as quais iluminam muito bem as peças durante o dia, a presença da Escaiola revestindo as paredes, os bancos e cadeiras de madeira maciça ricamente detalhadas e um enorme poço subterrâneo, o qual é possível vê-lo através de um vidro, criam um ambiente aconchegante e bonito, fazendo-nos viajar no tempo enquanto contemplamos a rica história de uma das casas do maior escritor regionalista do Rio Grande do Sul.
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