O sol está indo embora e nós estamos aqui. O exército de duas pessoas balança a bandeira da vitória. Aqui, no ponto mais alto da Terra. Eu e ela, lado a lado, de mãos dadas, celebramos a nossa conquista.
Foi uma luta complicada, que espalhou a nossa alma pelo chão e fez jorrar sangue de nossas feridas, mas ainda assim resistimos, lutamos e vencemos!
Os inimigos eram muitos. Invisíveis, cruéis e utilizavam táticas friamente calculadas em porões obscuros do bairro. Rodearam os nossos amigos e tentaram nos atingir através deles; escreviam com a intenção de ferir com palavras como se estas fossem flechas advindas de um arco maligno; arquitetaram por diversas vezes discussões que, na verdade, não eram nossas; e contrataram, por fim, mercenários para ganhar a nossa confiança e, na trincheira, desferir o golpe fatal.
Vencemos, apesar de tudo.
A vitória foi justa nesta injusta guerra.
O suor de nossa luta se transformou em lágrimas.
No fim o maior prêmio foi o nosso beijo ao nascer do sol, iniciando um novo dia.
Oi, Pedro Henrique! Gosto da força e veracidade de teu texto.
ResponderExcluirEm várias poesias minhas, digo isso mesmo, em palavras que são minhas. Leia e confira. Dia 17.11, estarei na tenda da mundial, autografando. Faço questão de te presentear com meu CD, poesias declamadas pelo Otávio Soares, fundo musical piano-class.
Continue. Amadurecendo, serás ainda mais contundente!
Abraço fraterno, prof.ª Loiva Hartmann
Obrigado, professora, por continuar a ler o blog. Agradeço o elogio e o convite!
ResponderExcluirGrande abraço!