“Eu quero estudar!” foi a frase que se chocou contra o meu peito a 250 quilômetros por hora. Como uma adaga, foi rasgando (lentamente) todo o tecido cardíaco.
Como consequência, a velocidade da respiração mudou. Os olhos ficaram arregalados, os pelos do braço arrepiados. Ah, meu amor, acabo de ganhar novas marcas de dor.
Irei curá-las quando estiveres de volta. Farei o (im)possível até lá.
Como consequência, a velocidade da respiração mudou. Os olhos ficaram arregalados, os pelos do braço arrepiados. Ah, meu amor, acabo de ganhar novas marcas de dor.
Irei curá-las quando estiveres de volta. Farei o (im)possível até lá.
Escrito há semanas.
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