Não é a ausência de grandes cifras na conta bancária, que seriam capazes de nos levar a todos os continentes do planeta, que me deixa cabisbaixo. O futuro incerto também não me causa tristeza, apesar dos receios que ele impõe. A derrota do time do coração não representa a maior das quedas, mesmo eu apaixonado pelo pelota que rola nos gramados afora.
Essas coisas são solucionáveis, remediáveis, superáveis. Questão de opinião ou não, é possível encontrar soluções e/ou alternativas que façam da derrota um triunfo quase inacreditável. Basta, para isso, ter coração.
No entanto, este meu coração que bate (de vez em quando) descompassado não consegue tudo superar. Foi ele quem me mostrou a maior derrota - e nunca poderei transformá-la em vitória. No máximo, um empate momentâneo.
Não é piegas. É queda. O desmoronar de um muro aparentemente indestrutível. É o afundar do navio mais bem construído. É o início do túnel que nunca termina. São várias formas de transcrever a minha maior derrota. Todas sem êxito.
Não vou desistir, admito. Nunca pensei em parar de correr, mesmo sabendo que chegaria sempre atrás, consciente de que no final da maratona não teria uma faixa me esperando. Porém, a vida - volta e meia - me mostra que nessa questão serei sempre derrotado.
Tive até dificuldades para dormir nos últimos dias. Como esquecer as palavras que ouvi? Como admitir que tão pequenina frase é capaz de derrubar, novamente, todas as minhas esperanças em tapar as lacunas d’alma?
Lembro-me de todas as conversas como se fosse hoje. Impossível esquecê-las. Eu teria que estar morto para não recordá-las.
- Eu vou preencher esses vazios no teu peito.
- Não vais conseguir.
- Não?... Posso tentar, pelo menos?
- Pode.
E eu tento. Todos os dias. Porém, estavas certa. Não vou conseguir.
“A mãe nunca me liga no meu aniversário”.
Puta merda, isso me destrói completamente. Mesmo o meu coração, que em relação a sangue não tem nada a ver, um verdadeiro estranho no ninho, sangra, imagina o teu que é tão intimamente conectado... Como fica o teu coração, meu amor?
É a minha maior derrota saber que mil ligações minhas não equivalem a uma ligação dela. O mais difícil ainda é compreender que quem possui a vitória na mão não a convoca. São muitas perguntas para poucas respostas. Muitas delas seriam encontradas se a invenção do senhor Bell fosse utilizada.
Porém, eu a amo demais para desistir. Não é piegas. É querer não cair. É o construir novamente um muro aparentemente indestrutível. É o colocar no mar o navio mais bem construído. É a luz no fim do túnel. São várias as formas de transcrever a minha vontade de vencer mesmo com a maior derrota à frente.
Essas coisas são solucionáveis, remediáveis, superáveis. Questão de opinião ou não, é possível encontrar soluções e/ou alternativas que façam da derrota um triunfo quase inacreditável. Basta, para isso, ter coração.
No entanto, este meu coração que bate (de vez em quando) descompassado não consegue tudo superar. Foi ele quem me mostrou a maior derrota - e nunca poderei transformá-la em vitória. No máximo, um empate momentâneo.
Não é piegas. É queda. O desmoronar de um muro aparentemente indestrutível. É o afundar do navio mais bem construído. É o início do túnel que nunca termina. São várias formas de transcrever a minha maior derrota. Todas sem êxito.
Não vou desistir, admito. Nunca pensei em parar de correr, mesmo sabendo que chegaria sempre atrás, consciente de que no final da maratona não teria uma faixa me esperando. Porém, a vida - volta e meia - me mostra que nessa questão serei sempre derrotado.
Tive até dificuldades para dormir nos últimos dias. Como esquecer as palavras que ouvi? Como admitir que tão pequenina frase é capaz de derrubar, novamente, todas as minhas esperanças em tapar as lacunas d’alma?
Lembro-me de todas as conversas como se fosse hoje. Impossível esquecê-las. Eu teria que estar morto para não recordá-las.
- Eu vou preencher esses vazios no teu peito.
- Não vais conseguir.
- Não?... Posso tentar, pelo menos?
- Pode.
E eu tento. Todos os dias. Porém, estavas certa. Não vou conseguir.
“A mãe nunca me liga no meu aniversário”.
Puta merda, isso me destrói completamente. Mesmo o meu coração, que em relação a sangue não tem nada a ver, um verdadeiro estranho no ninho, sangra, imagina o teu que é tão intimamente conectado... Como fica o teu coração, meu amor?
É a minha maior derrota saber que mil ligações minhas não equivalem a uma ligação dela. O mais difícil ainda é compreender que quem possui a vitória na mão não a convoca. São muitas perguntas para poucas respostas. Muitas delas seriam encontradas se a invenção do senhor Bell fosse utilizada.
Porém, eu a amo demais para desistir. Não é piegas. É querer não cair. É o construir novamente um muro aparentemente indestrutível. É o colocar no mar o navio mais bem construído. É a luz no fim do túnel. São várias as formas de transcrever a minha vontade de vencer mesmo com a maior derrota à frente.
Ainda bem que o incrível Gandhi me tranquiliza. “A alegria está na luta, na tentativa, no sofrimento envolvido e não na vitória propriamente dita”.
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