Fazia tempo que não via uma cena tão motivadora.
Hoje de manhã, por volta das oito horas, eu caminhava calmamente pela XV de Novembro. À minha frente pai e filho caminhavam juntos. O pequeno não devia ter mais do que cinco anos e ia à escola enquanto puxava uma mochila de rodinhas dos Cavaleiros do Zodíaco. Por si só isso já chama a atenção, visto que vivemos a era Ben 10. No entanto, foi outra coisa que realmente fez a diferença.
O guri arrancou uma flor. A única num raio de dois quilômetros. Para alguns pode representar uma violência à natureza, mas não. Apesar dos fones de ouvido escutei que a flor seria entregue à professora. Poxa, há muito tempo não via algo parecido. Já no meu tempo de ensino fundamental, quando ainda chutava garrafas pet para jogar futebol no recreio, era difícil ver algo do tipo. Tal atitude era restrita ao dia do professor - e quando havia alguma flor na jogada. Muitas vezes a data passava em branco.
Ele podia estar com sono, sem vontade de ir ao colégio ou ansioso para jogar videogame novamente. Poderia, mas não esqueceu da professora ao ver aquela flor rosa numa rua tão cinzenta e fria.
Às vezes parece que não, mas ainda existem atitudes bonitas e, geralmente, elas vêm dos pequenos. Que bom! Que bom. Valeu o dia.
Hoje de manhã, por volta das oito horas, eu caminhava calmamente pela XV de Novembro. À minha frente pai e filho caminhavam juntos. O pequeno não devia ter mais do que cinco anos e ia à escola enquanto puxava uma mochila de rodinhas dos Cavaleiros do Zodíaco. Por si só isso já chama a atenção, visto que vivemos a era Ben 10. No entanto, foi outra coisa que realmente fez a diferença.
O guri arrancou uma flor. A única num raio de dois quilômetros. Para alguns pode representar uma violência à natureza, mas não. Apesar dos fones de ouvido escutei que a flor seria entregue à professora. Poxa, há muito tempo não via algo parecido. Já no meu tempo de ensino fundamental, quando ainda chutava garrafas pet para jogar futebol no recreio, era difícil ver algo do tipo. Tal atitude era restrita ao dia do professor - e quando havia alguma flor na jogada. Muitas vezes a data passava em branco.
Ele podia estar com sono, sem vontade de ir ao colégio ou ansioso para jogar videogame novamente. Poderia, mas não esqueceu da professora ao ver aquela flor rosa numa rua tão cinzenta e fria.
Às vezes parece que não, mas ainda existem atitudes bonitas e, geralmente, elas vêm dos pequenos. Que bom! Que bom. Valeu o dia.
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