Sou um desconfiado por natureza. E eu não era assim.
Tudo começou a mudar logo quando comecei a conviver com outras pessoas que não fossem meus pais e minha irmã – estes extremamente confiáveis. Em pouco tempo percebi que há muitas intenções em jogo. Quase sempre não são boas e difíceis de serem notadas. Entretanto, a série de decepções e quebras de confiança obrigaram-me a desenvolver um olhar desconfiado sobre tudo e todos. Os meus olhos e mente trabalham junto numa investigação que não cessa um minuto sequer. E poucas são as pessoas que não são alvo de minhas interpretações e suspeitas.
Não gosto muito de ser assim, mas aceitei a ideia de que é necessário. E essas lições, que obtive em duas décadas, compartilho com aqueles em que deposito a minha confiança.
Por isso, cuidado. Muito cuidado. Permaneça atento a qualquer movimento. Escute bem e interprete melhor ainda cada palavra. Leia e leve qualquer informação contigo. É triste, mas necessário.
Há muitos “amigos” por aí. “Sorrisos” também. Oferecem a ti o duvidoso quando já tens, na verdade, o garantido. Empurram novas ideias, influenciam, cobram favores, fazem cara triste e possuem riso fácil. Cuidado, meu amigo! Permaneça atento.
Conheci amizades e “amizades”. Há aquelas que te ajudam sempre por querer, de fato, ajudar. Outros não te socorrem e quando surge alguém que finalmente estende a mão a ti, os antigos “amigos” tentam tirá-lo da jogada. Fazendo-te virar contra a pessoa que tem feito muito em pouco tempo. Cuidado.
Cuidado é só o que peço. Talvez seja uma visão pessimista; ou ainda, uma visão de um guri que perdeu as esperanças no próximo. Tanto faz. Apenas tenho a convicção de que permanecer atento não faz mal.
Como cantou Renato Russo, “se você quiser alguém em quem confiar, confie em si mesmo”. Simples assim.
Tudo começou a mudar logo quando comecei a conviver com outras pessoas que não fossem meus pais e minha irmã – estes extremamente confiáveis. Em pouco tempo percebi que há muitas intenções em jogo. Quase sempre não são boas e difíceis de serem notadas. Entretanto, a série de decepções e quebras de confiança obrigaram-me a desenvolver um olhar desconfiado sobre tudo e todos. Os meus olhos e mente trabalham junto numa investigação que não cessa um minuto sequer. E poucas são as pessoas que não são alvo de minhas interpretações e suspeitas.
Não gosto muito de ser assim, mas aceitei a ideia de que é necessário. E essas lições, que obtive em duas décadas, compartilho com aqueles em que deposito a minha confiança.
Por isso, cuidado. Muito cuidado. Permaneça atento a qualquer movimento. Escute bem e interprete melhor ainda cada palavra. Leia e leve qualquer informação contigo. É triste, mas necessário.
Há muitos “amigos” por aí. “Sorrisos” também. Oferecem a ti o duvidoso quando já tens, na verdade, o garantido. Empurram novas ideias, influenciam, cobram favores, fazem cara triste e possuem riso fácil. Cuidado, meu amigo! Permaneça atento.
Conheci amizades e “amizades”. Há aquelas que te ajudam sempre por querer, de fato, ajudar. Outros não te socorrem e quando surge alguém que finalmente estende a mão a ti, os antigos “amigos” tentam tirá-lo da jogada. Fazendo-te virar contra a pessoa que tem feito muito em pouco tempo. Cuidado.
Cuidado é só o que peço. Talvez seja uma visão pessimista; ou ainda, uma visão de um guri que perdeu as esperanças no próximo. Tanto faz. Apenas tenho a convicção de que permanecer atento não faz mal.
Como cantou Renato Russo, “se você quiser alguém em quem confiar, confie em si mesmo”. Simples assim.
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