sexta-feira, outubro 24, 2014

George Harrison também é professor

George Harrison é genial - e hoje foi professor. Explico. Enquanto ouvia "That's The Way It Goes" percebi que havia a palavra Krugerrand e fiquei curioso. Talvez eu seja o último a saber, mas Krugerrand é a moeda da África do Sul e faz referência ao quinto presidente do país, Paul Kruger.

Agreguei um pouco mais de cultura através de uma música prazerosa de ouvir. Nada mal.

terça-feira, agosto 26, 2014

As atitudes dizem, não as palavras

Caminho pela calçada e desvio de muitas pessoas, que também estão enfrentando a sua rotina, os seus problemas e angústias, mas todos eles, de certa forma, estão lutando. Uns menos, outros mais. O que os iguala, de fato, é que nenhum abre a boca para dizer bobagens, que faz o que não faz, pois simplesmente não dá tempo. Eles também não têm tempo para esbravejar e apontar com cólera nos olhos as atitudes dos outros. 

De certa forma é bom ter menos tempo.

Aprendi nos meus anos de contato com a Doutrina Espírita (que até hoje me guia e, ao mesmo tempo, me dá o poder de escolha, ou seja, o livre-arbítrio) que todos nós temos ciscos nos olhos e, portanto, não temos que perder tempo alertando que o outro tem, enquanto tu sofres também com o teu próprio empecilho. 

Eu não preciso dizer o que já escrevi. É fato. Eu sei. Está na cara (ou no olho). Minhas atitudes me guiam e os resultados estão aparecendo. As coisas estão mudando, a vida acontecendo e eu, graças a Deus, a mim e a muitas mãos, estou crescendo. 

Faz parte. Mas há um longo processo para que as coisas aconteçam e uma das etapas consiste em dizer menos e fazer mais.

Até logo, pois a luta continua e eu preciso enfrentar a chuva!

quarta-feira, agosto 13, 2014

A febre

Eu não sei explicar a sensação, mas meu pai, sem querer, a explicou quando pegou mais uma das edições de Tex que eu comprara há poucos minutos.

- Outra Tex? Bah, que febre!

É verdade, pai. Foi a melhor definição. Febre é o que sinto agora. 

Eu já conhecia Tex há alguns bons anos. A primeira que comprei foi em 2009, mais precisamente no dia 3 de outubro. Linda e ótima: Tex Almanaque número 38 - "O Matador de Índios". História completa, com roteiro de Nizzi e desenhos de Venturi. Inesquecível. Passou-se um tempo, comprei outra, mas ainda perdido no novo mundo, peguei uma edição que faz parte de uma coleção que ultrapassa as 500 edições e a história daquela revista terminava em outra. Nunca a encontrei pelas bancas. Mesmo assim prossegui. Certa vez visitei o sebo mais bagunçado e com poeira da cidade - portanto, o melhor - e encontrei várias edições. Comprei quase todas!

Porém, o tempo passou e deixei Tex de lado após ter lido todas que eu tinha. Só fui comprar uma nova Tex na cidade de Uruguiana, em 2012. Edição colorida. Relançamento da primeira história de Tex publicada. Lindona. Era a última da banca.

O tempo passou e só agora em 2014 que comprei novamente uma Tex. Edição gigante, especial, capa dura e colorida. Preço salgado: R$ 60. O investimento, porém, se fez necessário pela qualidade e beleza quase pujante da edição. Não pude resistir.

Foi aí que peguei a febre que agora me assola. Nas duas últimas semanas comprei várias outras. Quase todas oriundas de sebos espalhados pelo país através da internet. Edições marcantes. Edição número 200, 300, ou ainda as melhores histórias. Assisti ao filme da década de 80 dedicado ao herói. Até música escutei sobre o tema!

Enfim, estou enfermo, mas por chifres de bisonte, não me tragam medicamentos nem chamem os médicos. Essa doença eu quero ter - até os meus bolsos e bom senso (?) permitirem.

Até lá, pards!

Da esquerda à direita: Kit, Tex Willer, Tigre e Carson. Família.
"Cada palavra que digo são só palavras, e palavras são tudo o que tenho." (Words - Bee Gees)